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De Novo

Arma de uso restrito é apreendida em Volta Redonda

Apreensão ocorreu no Santa Inês, um dos bairros dominados pelo tráfico de drogas, após intensa troca de tiros entre bandidos e policiais

Polícia  –  12/01/2013 17:39

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(Foto Ilustrativa)

Na troca de tiros foram efetuados

mais de 20 disparos

 

Como uma arma de grosso calibre e uso restrito das forças armadas e órgãos de segurança pública vão parar nas mãos de criminosos? Essa é uma pergunta a qual nos fazemos com frequência, visto que é alto o índice de apreensão desse tipo de armamento no país. Desta vez, a apreensão ocorreu em Volta Redonda, no Santa Inês, um dos bairros dominados pelo tráfico de drogas, após intensa troca de tiros entre bandidos e policiais. 

Os agentes foram ao bairro verificar denúncias anônimas de que homens estariam traficando no local. A Polícia Militar havia recebido ainda a informação de que os homens estavam fortemente armados. Segundo a polícia, o grupo estaria sendo chefiado por um bandido identificado apenas como "Nem". Conclusão: São bandos organizados que facialmente driblam os órgãos de segurança pública, munidos de armamento pesado de uso restrito.

Policiais foram recebidos a tiros

No fim da noite, viaturas foram à localidade para checar a denúncia. Policiais entraram no matagal para procurar suspeitos e foram recebidos a tiros. Os policiais revidaram e houve intensa troca de tiros. Mas os homens, cerca de oito, segundo informações dos policiais, conseguiram fugir. Ninguém se feriu.

No matagal os PMs encontraram, além do fuzil, dois pentes de munição, um engatado na arma, com 15 balas e outro intacto (com 20 munições) jogado no chão.

Mais de 20 disparos

De acordo com o registro de ocorrência, na troca de tiros foram efetuados mais de 20 disparos. O material apreendido foi encaminhado para a 93ª DP (Volta Redonda).

Ocorrências como essa nos passa a imagem de uma polícia frágil e vulnerável, que em confronto com criminosos se depara com homens tão preparados - pelo menos no que diz respeitos a armas - quanto eles, que são pagos para garantir nossa segurança.

Por Elisandra Bezerra  –  elisandra.jornalista@gmail.com

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