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Colunistas: Arquiteto, pós-graduado em Urbanismo. Músico profissional pela Ordem dos Músicos do Brasil. Foi aluno de Vicente Lima, Leo Soares, Fernando Moura, Abel Carlevaro, entre outros. De formação erudita e popular, integrou o Kalenda Maia (especializado em música medieval, renascentista e barroca). Tocou profissionalmente no círculo erudito na Sala Cecília Meireles, Theatro Municipal (RJ), TVE, e outros tantos concertos. É violonista e violinista erudito, bandolinista, alaudista, e guitarrista. É compositor, filósofo, escritor e professor de música. Trabalha com sonorização e iluminação profissional, estruturas de palco em shows e eventos.
Se uma sociedade ou grupo político reconhece um cidadão como benfeitor, com sua magnanimidade e magnificência, essa é, como diz o ditado: A voz de Deus
Para fazermos parte de uma cultura complexa deveremos aprender a esperar; paciência é o melhor remédio para a enxaqueca da leitura pesada
Triste imaginar que com novas ferramentas e novos horizontes musicais a música popular permanece atrelada ao transporte animal, como uma carroça
Em todas as épocas nossos porta-vozes foram os músicos, artistas-compositores
A arte natural tem ainda um caminho para o desconhecido que nunca se esgotará enquanto não a trocarmos pelo ato bárbaro virtual
A proposta de desestilizar não seria apenas de variar o estilo, todavia, banindo-o e varrendo-o da apreciação humana
Os compartimentos são usados para guardar alguma coisa; eles como recipientes dos artistas guardarão sempre a esperança para poderem liberá-la em suas obras
Na música, o jazz e sua história, o blue controverso, a bossa nova brasileira são exemplos dos estilos que receberam nomes posteriores ao seu primeiro surgimento
Gastar o tempo desenhando ou compondo canções, mesmo que rapidamente, como esboços, deverá ser visto como um princípio vital
Nossos respeitos profundos à arte do passado, senil, mas que se apresentou um dia: jovem e rebelde!
Tudo o que é novo torna-se velho; o tempo corrói a arte, amadurece os desígnios artísticos
Duro não é mudar de lado, do clássico para o romântico ou vice-versa, contudo, aprender a girar
Um estilo único e responsável para a música talvez seja uma utopia, porém, aglutinar e perceber que um grande caldeirão semiótico cultural urge para pacificar a grande confusão de rótulos, seja uma grande saída
A vanguarda nos fez homens duros, irreverentes, intranquilos; queremos mais, o novo, o surpreendente, a obra de arte desterrada, sem o país de origem, mundial estratosférico, marciano
Hoje, no mundo globalizado, observamos brasileiros odiando música brasileira e se curvando ao rock inglês; japoneses, talvez, idolatrando o choro brasileiro no Japão