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A Música Transforma

Festival Rio Cello chega a Volta Redonda com concertos gratuitos

Apresentações celebram os 32 anos de música e o encontro com a Orquestra de Cordas da cidade

Lazer  –  29/07/2026 19:21

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(Fotos: Divulgação)

Quando: Dias 6 e 7 de agosto (quinta e sexta-feira), o município recebe a abertura do maior festival de violoncelos do país, que depois segue para o Rio de Janeiro até 16 de agosto 

(Na foto, David Chew)

 

De um encontro de violoncelistas a uma das maiores celebrações de música de concerto do Brasil. O Rio Cello chega à 32ª edição e abrirá a sua programação em Volta Redonda, dias 6 a 7 de agosto (quinta e sexta-feira), antes de seguir para o Rio de Janeiro, onde ocupará jardins, auditórios, igrejas e museus entre 8 e 16 de agosto. Como em todas as edições, a programação é gratuita.

2-Blas & Chew

Blas & Chew

A abertura do festival será em Volta Redonda na quinta, 6, às 19h, na Sede do Projeto Maestro Nicolau Martins de Oliveira, com o Cello Cinema, projeto que une música e imagem, reunindo o duo Blasn Chew (Blas Rivera, saxofone e piano, e David Chew, cello) e a soprano Juliana Franco, Michel Bessler (violino) e Bernardo Fantini (viola), além do cellista americano Dave Haughey.

3-Orquestra de Cordas de Volta Redonda

Orquestra de Cordas de Volta Redonda

Já na sexta, também às 19h, o festival muda para o Teatro Maestro Franklin de Carvalho Júnior, onde o Cello Cinema se une à Orquestra de Cordas de Volta Redonda e a solistas do Rio Cello num só concerto. A orquestra, um dos maiores projetos de música de cordas do mundo, reúne cerca de 4 mil alunos e é um dos grandes tesouros musicais da cidade fluminense. O grupo ainda reprisará sua apresentação no Rio de Janeiro, na Igreja da Candelária, no dia 12 de agosto, sob regência de Sarah Higino.

Os 32 anos em números

O Rio Cello chega à 32ª edição com números que impressionam: a cada ano, uma média de 300 artistas participantes, cerca de 10 mil ao longo de sua história e um público que já ultrapassa 500 mil pessoas ao vivo. Em mais de três décadas, o festival passou por mais de 500 locais pelo Brasil, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro ao Cristo Redentor, do Palácio Itamaraty às quadras da Mangueira e da Beija-Flor, de estações do MetrôRio a comunidades como o Complexo da Maré, Pavão-Pavãozinho e Dona Marta, sempre fiel à sua vocação de levar a música de concerto para onde ela nem sempre chega.

Este ano, o festival celebra duas marcas importantes: a estreia do Cello Kids, vertente dedicada às crianças, e os 20 anos do Cello Dance, segmento de dança do projeto, que ganha lugar central na programação carioca, com apresentações de bailarinos que marcaram a história do festival.

- Chegar aos 32 anos do Rio Cello é a prova de que a música transforma, resiste e floresce onde é plantada. Nesta edição, celebramos duas décadas do Cello Dance e damos as boas-vindas ao Cello Kids, porque acreditamos que o futuro da música começa nos ouvidos e nas mãos das crianças. Nosso palco sempre foi a cidade, e nosso público, todas as pessoas - afirma o violoncelista inglês David Chew, idealizador do festival e radicado no Brasil há mais de quatro décadas.

O Rio Cello é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e pela Secretaria Municipal de Cultura, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura - Lei do ISS. O projeto também estará na Semana de Artes do Rio, de 16 a 20 de setembro.

A programação completa e atualizada será divulgada nas redes do festival: @riocellooficial

David Chew e o Rio Cello

Radicado e apaixonado pelo Brasil, o violoncelista David Chew, fundador do festival, mantém firme seu propósito de popularização da música clássica e de homenagem ao maestro Villa-Lobos, sua maior inspiração. O que começou como um encontro de violoncelistas cresceu e hoje abraça diversos instrumentos e múltiplas linguagens artísticas - música, dança, artes visuais e educação. Em 32 edições, o festival já passou por espaços como Barbican Centre (Londres), Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Sala Cecília Meireles, Museu do Amanhã, MAM, Palácio Itamaraty, Copacabana Palace, Cristo Redentor, consulados, estações de metrô e dezenas de comunidades - levando o poder de transformação social da música a mais de 500 mil pessoas. 

. Volta Redonda

Quinta-feira, 6 de agosto. 19h - Cello Cinema
Local: Sede do Projeto Maestro Nicolau Martins de Oliveira.
Blasn Chew - Blas Rivera (saxofone e piano), David Chew (cello) e Juliana Franco (soprano)
Michel Bessler (violino) e Bernardo Fantini (viola), com David Chew (cello)
Dave Haughey (cello)

Sexta-feira, 7 de agosto. 19h - Cello Cinema + Orquestra de Cordas de Volta Redonda e solistas do Rio Cello
Local: Teatro Maestro Franklin de Carvalho Júnior.
Blasn Chew - Blas Rivera (saxofone e piano) e David Chew (cello), com Juliana Franco (soprano)
Michel Bessler (violino) e Bernardo Fantini (viola), com David Chew (cello).
Endereços:
Teatro Maestro Franklin de Carvalho Júnior, Rua 154, nº 783, Laranjal, Volta Redonda.
Sede do Projeto Maestro Nicolau Martins de Oliveira, Rua Grahan Bell, 89, Vila Mury, Volta Redonda.
Entrada gratuita.

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