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Daiane Marques e sua paixão pela dança do ventre

Bailarina fala de suas inspirações e referências, analisa o meio artístico da região e adianta uma novidade de 2018

Perfil  –  12/03/2018 09:24

Publicada: 04/03/2018 (09:34:02) . Atualizada: 12/03/2018 (09:24:42)

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(Foto: Gleison Carlos)

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“Para ser uma boa dançarina é preciso muito estudo, dedicação e treino; tem que conseguir conjugar o sentimento e a técnica”

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Formada pela Universidade Rural do Rio de Janeiro, Daiane Waleska Fernandes Gomes Marques é uma artista e professora de referência quando o assunto é a dança do ventre. Nascida na Cidade do Aço, a professora conta que a dança do ventre já está em sua vida há 20 anos e que sempre está se especializando com bailarinas nacionais e internacionais. Dona de um estúdio de dança, Daiane topou um bate-papo para a coluna e um ensaio fotográfico para a “Illusions Lounge”.

Frente & Verso

. Vontade pela dança - Quando eu era criança via filmes que tinham danças que se aproximavam do que é a dança do ventre, “Ali Babá e os 40 ladrões”, “Cleópatra” e até filmes bíblicos. Eu via aquelas dançarinas e queria estar lá, queria fazer parte daquele mundo. Então quando tive a oportunidade de aprender dança do ventre não pensei duas vezes.

. Família - Tenho 21 anos de casada e dois filhos, Ana Beatriz e Álvaro César. Minha família me apoia muito, inclusive participaram do meu último espetáculo, no qual comemorei 20 anos de dança do ventre e em um dos números meu marido Fabiano dançou comigo.

. Vive apenas da dança - Tenho que administrar meu estúdio, além de dar aulas diariamente. Faço algumas atividades extras, leciono outras aulas, mas atividades que executo no meu próprio estúdio.

. Fora do foco - Gosto de coisas simples do dia a dia, ficar em casa com a minha família e tomar sorvete ou ver um filme com eles.

. Inspiração para dançar - A música em si é uma inspiração. As músicas me tocam de tal forma que elas levam meu corpo sem que eu possa perceber.

. Referências na dança - Ju Marconato, que inclusive tive o prazer de ter em meus três últimos espetáculos. Esmeralda Colabone e Darya Mitchevisck.

. Meio artístico na região - Infelizmente a dança é muito desvalorizada. As pessoas não entendem que cada apresentação requer nosso tempo e esforço, investimento em figurino, acessórios, instrumentos, maquiagens, cursos, e os contratantes querem pagar cachês que às vezes não pagam nem parte do que se investiu para a apresentação em questão.

. Dança em sua vida - É até difícil responder a essa pergunta, porque não sei o que seria da minha vida sem a dança.

. Mania antes ou após as apresentações - Faço exercício de gratidão antes de entrar no palco. Agradeço ao público que vai me receber, ao contratante ou a quem me convidou, pelo meu corpo que me permite dançar e muitas outras coisas.

. Momento marcante - O espetáculo do ano passado, cujo tema foi Gratidão. Nada que eu tenha participado na minha vida foi tão bom quanto o espetáculo que produzimos, todos estavam em um clima de agradecimento, os participantes e o público. Eles entenderam a mensagem de gratidão e saiu todo mundo em um estado de plenitude muito grande. Foi uma experiência incrível.

. Para ser uma boa dançarina - Muito estudo, dedicação e treino. Tem que conseguir conjugar o sentimento e a técnica.

. Novos projetos - Já começamos a elaborar o espetáculo deste ano e vamos trazer música árabe ao vivo. Temos outros projetos importantes neste ano, mas que possamos falar, por enquanto, é o espetáculo de 2018.

> Clique & Confira o ensaio fotográfico completo para a Illusions Lounge

Redes Sociais da Daiane Marques: Facebook - StudioDaianeMarques I BlogInstagram - @daianemarquestudio

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Por Gleison Carlos  –  gleisoncarlos@hotmail.com

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