
(Fotos: Divulgação)
Nascido em Vitória, no Espírito Santo, em 1936, Joel Barcellos debutou no cinema em 1955,
no filme "Trabalhou bem, Genival", longa-metragem dirigido pelo pioneiro Luiz de Barros
O Centro Cultural Visconde de Mauá realiza nesta sexta-feira, 14, a partir das 19h, em sua sede, no distrito de Resende, um encontro sobre cinema e cultura com o ator Joel Barcellos. O bate-papo entre o ator e o público tem entrada gratuita. Além de conversar com o artista, o público poderá assistir a trechos de suas participações no cinema brasileiro.
Nascido em Vitória, no Espírito Santo, em 1936, Joel Barcellos debutou no cinema em 1955, no filme "Trabalhou bem, Genival", longa-metragem dirigido pelo pioneiro Luiz de Barros. Em 1962 participou de um dos episódios de "Cinco vezes favela", um dos marcos do Cinema Novo. Durante toda a década de 60 participou ativamente da renovação do cinema nacional, trabalhando com nomes como Ruy Guerra ("Os fuzis"), Leon Hirszman ("A falecida e Garota de Ipanema"), Glauber Rocha (Terra em transe"), Paulo Cesar Saraceni ("O desafio") e Antonio Carlos da Fontoura ("Copacabana me engana").
Mais de 50 trabalhos para o cinema
Entre seus mais de 50 trabalhos para o cinema destacam-se também os filmes "Jardim de guerra", "Sagarana, o duelo", "Memória de Helena", "Batalha dos Guararapes" e "Anchieta, José do Brasil", todos produzidos na década de 1970. Nos anos 80, três de seus filmes foram campeões de bilheteria e se tornaram clássicos de nossa cinematografia: "O segredo da múmia", "Luz del Fuego" e "Rio Babilônia".
Com o fim da Embrafilme e da produção de filmes durante o governo Collor, Joel encontrou abrigo na televisão, onde participou das minisséries "Tereza Batista", "Engraçadinha" e "Memorial de Maria Moura" e da novela "Mulheres de areia". Seu mais recente trabalho para o cinema foi em2012, no curta-metragem "A dama do Estácio", protagonizado por Fernanda Montenegro, sua companheira de tela no clássico "A falecida", de 1965.



