(Foto: Divulgação)
Reunião coloca em pauta o projeto Apoio à Escola
Municipal de Santana - Qualificação de Professores
para o Trabalho com Populações Quilombolas e
Criação de Espaços Multidisciplinares
As professoras do UniFOA (Centro Universitário de Volta Redonda)Katia Mika Nishimura, Ana Carolina Callegario Pereira e as alunas do curso de engenharia ambiental Anna Paula de Oliveira e Mariana Brum estão desenvolvendo uma atividade na escola municipal do Quilombo de Santana, em Quatis.
A ideia conta com o apoio da Faperj (Fundação de Amparo Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro) e do próprio UniFOA. O projeto Apoio à Escola Municipal de Santana - Qualificação de Professores para o Trabalho com Populações Quilombolas e Criação de Espaços Multidisciplinares consiste em apoiar a escola com equipamentos, material didático, oficinas de capacitação dos professores e atividades com os alunos tratando das temáticas da história e cultura afro-brasileira e de educação ambiental.
No encontro realizado em dezembro, alunos do ensino fundamental assistiram ao filme de animação franco-belga “Kiriku” (Michel Ocelot, 1998) - que retrata a história de um esperto e sensível garoto africano em sua aldeia - e participaram da discussão e da atividade proposta pela professora Katia Mika Nishimura. O objetivo da atividade foi apresentar um outro olhar para a herança africana, destacando os elementos que estão presentes em sua cultura e que foram internalizados pelo povo brasileiro.
Os alunos do terceiro ciclo do ensino fundamental participaram também de uma animada palestra de educação ambiental, ministrada pela professora Ana Carolina Callegario Pereira, em que o foco foram questões ligadas ao cotidiano, como o descarte adequado do lixo e a reciclagem de papel. As alunas se reuniram também com as professoras da escola municipal presentes e apresentaram a proposta de desenvolvimento das oficinas de capacitação dos professores e de pais de alunos da Comunidade de Santana.
- Avaliamos o encontro como muito produtivo, tanto para nós professoras quanto para as alunas, que puderam ter contato com uma realidade diferente do dia a dia e aprender muito com os alunos e professores da Escola de Santana, que foram muito receptivos às atividades e à equipe do projeto - destacou Katia Nishimura.
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