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Curso de Direito

Alunos do UniFOA recriam caso Isabella Nardoni em Júri Simulado

Grande apelo midiático que o fato teve foi um dos pontos apontados para a escolha do tema

Educação  –  25/04/2017 18:15

(Fotos: Divulgação)

Praticando: Simulação foi realizada no campus Olezio Galotti, em Três Poços - Volta Redonda

Os alunos do quinto período do curso de direito do UniFOA (Centro Universitário de Volta Redonda) participaram de uma aula prática de Direito Penal III, na segunda-feira, 24. O professor responsável pela disciplina, Ricardo Maia, propôs a simulação do julgamento do caso Nardoni, no Tribunal do Júri Simulado, localizado no campus Olezio Galotti, em Três Poços. 

O grande apelo midiático que o fato teve foi um dos pontos apontados pelo professor para a escolha do tema. 

- É um caso muito técnico e bastante amplo, então eles trouxeram argumentos novos, a partir das provas coletadas na época, para propor um novo desfecho. A turma do quinto período matutino representou a defesa, enquanto o quinto período noturno fez o papel do Ministério Público - contou. 

Pela primeira vez assistindo a um júri simulado, Mariana Conceição Rosa pretende atuar nessa área. 

- O ponto mais positivo de aprender na prática são as explicações do professor durante os acontecimentos, porque vemos o que precisamos fazer para acertar - revelou a aluna do quinto período. 

Júris simulados são propostos todos os semestre para fornecer ao aluno toda a vivência de um tribunal. 

- É um momento no qual despertamos no aluno o interesse pela prática do direito e que ele descubra qual área pretende seguir, além de servir para quebrar sua timidez e inibição - acrescentou o professor. 

Relembre o caso 

Isabella Nardoni tinha 5 anos, em 2008, quando foi encontrada morta no jardim do prédio em que seu pai, Alexandre Nardoni, morava na Zona Norte de São Paulo. A acusação alegou que ela foi asfixiada pela madrasta, Ana Carolina Jatobá, após uma discussão, e o pai a jogou da janela do sexto andar do prédio. Já a defesa nunca confessou o crime, alegando que um invasor havia cometido o homicídio.

Por Assessoria de Comunicação  –  contato@olhovivoca.com.br

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