Publicada em: 19/12/2015 (09:25:58)
Atualizada em: 23/01/2016 (08:17:33)

(Foto: Divulgação)
“Estou animado, tem gente com capacidade de ajudar se aproximando, vem mais novidades por aí”
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Ivani Egalon sempre pensa alto. Em todos os sentidos. Por isso mesmo, não considera muito a marca de quase 400 cópias vendidas de “O homem que fugiu para a lua - Agora é cidadão da galáxia”. Segundo ele, está atrasado com o cronograma, mas acredita que inicia o processo do volume três em fevereiro de 2016.
- Creio que 400 cópias não é muito, porque vendi quase 1.800 livros do volume um. Acho que do volume 2 vendi metade do que eu esperaria vender antes da crise política. Mas o meu atraso tem a ver com novas ideias apoiadas sobre a saga. Estou animado, pois tem gente com capacidade de ajudar se aproximando, vem mais novidades por aí - conta.
Mesmo com o 2015 complicado, o escritor teve um ano bem movimentado. Esteve na Fliva (Feira Literária de Valença), onde vendeu mais de 30 livros em cinco dias, mesmo com o país em crise política. Participou também da II Bienal do Livro de Volta Redonda, Flipir (Feira Literária de Piraí) e foi à Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), voltando de lá com 15 livros vendidos em uns dias de passeio e bate papo.
Não parou. Egalon apoiou o Game Fan, em Resende e Três Rios; e o Cosplay, em Volta Redonda. Foi à Feira Literária de Porto Real e na Virada Cultural na mesma cidade, onde levou um robô que está desenvolvendo com verbas levantadas pela vendagem da saga.
- Eu que sei o quanto batalhei por isso. Na prática, o escritor não precisa apenas de quem edite, precisa de quem distribua e diga onde trabalhar a divulgação. Vender eu já aprendi.

