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Esperança e Fé

Andinho Black lança o seu primeiro clipe

Em carreira solo, cantor/compositor aposta em canção que aborda os temas Covardia, Crueldade, Empatia e Solidariedade

Música  –  22/03/2021 10:54

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(Foto: Divulgação) 

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A música “Help ao Criador” foi lapidada quando começou a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) 

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Andinho Black lança, em 10 de abril, o seu primeiro clipe: “Help ao Criador”. Compositor da letra e da música, Anderson Alves dos Santos, de 40 anos, nasceu e mora em Volta Redonda. Agora em carreira solo, o artista compôs a canção em fevereiro de 2020, mas só foi gravá-la em setembro, no Paulucci Estúdio (RJ). O lançamento aconteceu em fevereiro deste ano. “Help ao Criador” tem produção musical e teclado de Jean Barros; conta com os talentos dos músicos Jean Shark (cavaco /violão/banjo), Owescley Oliveira (percussão geral), Rodrigo Guerrinha (bateria) e Ricleto (baixo). Mix e master/backing vocal a cargo de Maicon Paulucci. 

Cantor e compositor, Andinho Black começou seu interesse musical aos 11 anos, aprendendo a tocar percussão em um grupo de pagode composto por familiares. Autodidata, depois aprendeu cavaquinho e começou a tocar em outras bandas e grupos de Volta Redonda, em bares, festivais e aberturas de shows de grandes artistas do gênero, como Arlindo Cruz, Raça Negra e Só Pra Contrariar, entre outros. Ao longo dos anos, começou a compor e viu uma de suas composições ganhar visibilidade no mundo funk. Aproveitou a oportunidade e ficou conhecido como MC Black Boy, de 2000 a 2014, apresentando-se em quase todo o território nacional. Teve trabalhos e parcerias com nomes de peso, entre eles, a Equipe Furacão 2000 e Dennis DJ. Devido alguns problemas familiares, em 2014 deu um tempo com a música e retornou em 2018 para suas raízes, que é o samba e pagode, tocando em bandas. Em 2020 resolveu lançar carreira solo. 

Confira a entrevista com Andinho Black 

Como é o clipe? Tem externas, foi gravado em estúdio? 

Temos imagens externas no clipe, sim, com 80% na Serra da Beleza, em Conservatória (Valença); além de 10% dentro do Studio Isão Filmes; e 10% no Hotel Bela Vista, em Volta Redonda. Contamos na ficha técnica com nomes como Isão (roteiro, gravação e produção); Delian (imagens de drone); Sidney (auxiliar de produção); e O Pai Tem (figurino). 

Você diz que a música tem uma letra forte que retrata o atual momento em que vivemos. É uma postura política/social? Ou uma mensagem de fé e esperança? Ou tudo ao mesmo tempo? 

Realmente é uma letra forte com uma melodia suave que retrata de tudo um pouco, focando principalmente nos temas Covardia, Crueldade, Empatia, Solidariedade, e deixando a pergunta no ar, no trecho "O vilão e o mocinho se confundem na televisão, será que quem mata mais tá com fuzil ou vive com a caneta na mão?”. É uma mensagem de fé no refrão, dizendo que temos que pedir socorro, ajuda ao nosso Criador, que é o nome da canção. 

Esse é o seu primeiro trabalho solo? Por que e como aconteceu essa opção de seguir carreira solo? 

No gênero pagode sim, porque já tive outros no tempo de MC no funk. Primeiro porque, quando pensei em desistir, algumas pessoas me incentivaram a continuar, porque eu tinha talento e tinha que ir à luta. Aí resolvi fazer carreira solo, porque queria mostrar minha essência, meu estilo, coisa que em grupo ou banda seria mais complicado. 

Como você define o seu estilo musical? Mantém o mesmo estilo e segue o mesmo gênero que trabalhava em grupo? O que mudou essencialmente do trabalho em grupo para o trabalho solo? 

Defino como um pagode que mistura o raiz com o moderno com uma pitada da pegada do rap, às vezes letras fortes, pra mexer com o psicológico; e outras vezes animadas, pra galera se divertir, extravasar. 

A música já está sendo tocada em emissoras de rádio? Quais? E aqui na região? Você pretende intensificar a divulgação por aqui? Ou o seu foco é trabalhar em outras regiões? 

Sim, já está tocando em algumas emissoras: Pop FM - Piracicaba (SP), Metrô FM - Porto Alegre (RS), Princesa FM - Monte Azul Paulista (SP), Cidade do Aço - Volta Redonda (RJ) e Pop FM - Santa Catarina (SC). Pretendo divulgar o trabalho tanto na região quanto fora, porém nesses 20 anos que tenho de música vejo que os responsáveis pela mídia da nossa região, seja rádio, TV, jornais, sites e governo local, não dão o devido valor aos artistas locais, sem generalizar. Porém, a maioria só dá atenção quando o artista faz sucesso fora e repercute na região, ainda bem que temos exceções. 

De que forma a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) afetou o seu processo criativo, o seu trabalho e os seus projetos? 

A pandemia me fez ficar mais sensível pra compor, um exemplo é a minha música de trabalho, que comecei escrever em fevereiro e fui lapidando, quando começou a Covid-19, devido aos tristes acontecimentos. E o ruim é não poder fazer o que eu amo, que é cantar, fazer shows pra divertir o povo brasileiro, que já era sofrido, e agora ainda mais. 

> Contatos profissionais de Andinho Black - (21) 99727-5199 e (24) 99988-9103 (WhatsApp também). InstagramE-mail - [email protected]

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10 Comentários

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  • Fabiano Silva

    Muito legal saber que tem bons artistas na região, gostei da letra.

  • Daniel paiva

    Parabéns pelo trabalho meu parceiro

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