(Foto: Divulgação)
Equipe do Festival, desde a produção ao artístico,
deve atingir cerca de 150 profissionais, dentre eles,
residentes do município, bem como moradores de
outras regiões, estados e cidades
Publicada: 03/06/2018 (12:42:45)
Atualizada: 14/06/2018 (10:12:25)
O 2º Feculpop (Festival de Cultura Popular de Petrópolis) será realizado nos dias 1 e 2 de setembro. A novidade desta edição é a comunhão entre arte e cultura com ciência e tecnologia. Na programação, rodas de conversas, debates e mesas-redondas, bem como oficinas e workshops. Especificamente na categoria Evento, terá exposições, apresentações, encenações, performances etc.
- A novidade promete render bons frutos, além de ser extremamente inovador, em especial, para o município de Petrópolis, a inclusão desse segmento aos trabalhos, seja em que esfera for - diz Thiago Freire, que ganhou o Prêmio OLHO VIVO 2017 na Categoria Ator e faz parte da produção do festival.
De maneira prática, segundo Freire, o projeto pode ser descrito como um festival de cultura popular, ou seja, a linguagem do povo, a percepção cotidiana e contemporânea, vislumbrada por meio da arte, cultura, ciência e tecnologia. O ator conta que no ano anterior, em sua primeira edição, o Festival foi dividido em três subcategorias: Intolerância Religiosa, Intolerância de Gênero e Intolerância Étnica.
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Feculpop contará com três ramificações: Empoderamento, Mobilidade e Internet das Coisas; tudo isso segmentado por meio das categorias Artes Cênicas, Artes Visuais, Audiovisual, Música e Ciência e Tecnologia
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O projeto terá início com a pré-produção, onde exige-se da produção a captação de recursos (patrocínio/apoio), seguido de definição da programação oficial do evento. Logo após, o processo de produção propriamente dito, e assim o processo de pós-produção, que abrange divulgação e preparação para a nova edição do Festival. Em sua equipe, de acordo com Thiago Freire, desde a produção ao artístico, pretende-se atingir cerca de 150 profissionais, dentre eles, residentes do município, bem como moradores de outras regiões, estados e cidades.
- Assim, ainda, transformando, e movimentando o turismo local, de maneira a experimentar o intercâmbio cultural, artístico, científico e tecnológico, de maneira a propor uma espécie de turismo de experiência.
O evento contará com a possibilidade de visualização das atividades, tanto em espaços abertos, quanto em espaços fechados. Também apresentará uma curadoria para a seleção dos projetos e premiação dos selecionados.
- Na tangente seleção, também encontraremos uma grande novidade. Na edição deste ano, o Festival conta com um edital de seleção pública para sua participação, ou seja, firmando a possibilidade da democratização do acesso à arte, cultura, ciência e tecnologia, enquanto elementos categóricos das políticas públicas. Por fim, o Festival contará com um site para divulgação do seu material, tanto das edições anteriores, quanto das novas edições - destaca.
A ideia do Festival surgiu em 2017, como conta Freire:
- A demanda do questionamento social, e a necessidade em debater questões de ótica política pública, encontrou elementos cotidianos sociais, aos quais deveriam ser colocados em discussão. O ano virou, e as demandas passaram a ser outras, assim, a necessidade de novamente a arte e a cultura encontrarem a sociedade se fez presente, trazendo à tona novos debates e conceitos que devem e precisam ser debatidos, além de, em especial, nesta edição, contar com a ajuda das Ciências e da Tecnologia para religar este estratagema social.
Thiago Freire explica que, tendo em vista a Cinemática Produções, o Festival propõe essa ação sociocultural e cientificotecnológica, “pensando em minimizar as demandas públicas, pertinentes ao estado, de maneira a tornar a sociedade civil um instrumento de canalização e agente pensante do fazer-se social”.
> Clique aqui para contribuir com o 2º Festival de Cultura Popular de Petrópolis
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Feculpop contará com três ramificações: Empoderamento, Mobilidade e Internet das Coisas; tudo isso segmentado por meio das categorias Artes Cênicas, Artes Visuais, Audiovisual, Música e Ciência e Tecnologia
O 2º Feculpop (Festival de Cultura Popular de Petrópolis) será realizado nos dias 1 e 2 de setembro. A novidade desta edição é a comunhão entre arte e cultura com ciência e tecnologia. Na programação, rodas de conversas, debates e mesas-redondas, bem como oficinas e workshops. Especificamente na categoria Evento, terá exposições, apresentações, encenações, performances etc.
- A novidade promete render bons frutos, além de ser extremamente inovador, em especial, para o município de Petrópolis, a inclusão desse segmento aos trabalhos, seja em que esfera for - diz Thiago Freire, que ganhou o Prêmio OLHO VIVO 2017 na Categoria Ator e faz parte da organização do festival.
De maneira prática, segundo Freire, o projeto pode ser descrito como um festival de cultura popular, ou seja, a linguagem do povo, a percepção cotidiana e contemporânea, vislumbrada por meio da arte, cultura, ciência e tecnologia. O ator conta que no ano anterior, em sua primeira edição, o Festival foi dividido em três subcategorias: Intolerância Religiosa, Intolerância de Gênero e Intolerância Étnica.
- Pensando nesse molde utilizado na primeira edição, nesta, o Festival contará com, novamente, três ramificações, sendo: Empoderamento, Mobilidade e Internet das Coisas. Tudo isso segmentado através de categorias, sendo elas: Artes Cências, Artes Visuais, Audiovisual, Música e Ciência e Tecnologia - explica.
O projeto terá início com a pré-produção, onde exige-se da produção a captação de recursos (patrocínio/apoio), seguido de definição da programação oficial do evento. Logo após, o processo de produção propriamente dito, e assim o processo de pós-produção, que abrange divulgação e preparação para a nova edição do Festival. Em sua equipe, de acordo com Thiago Freire, desde a produção ao artístico, pretende-se atingir cerca de 150 profissionais, dentre eles, residentes do município, bem como moradores de outras regiões, estados e cidades.
- Assim, ainda, transformando, e movimentando o turismo local, de maneira a experimentar o intercâmbio cultural, artístico, científico e tecnológico, de maneira a propor uma espécie de turismo de experiência.
O evento contará com a possibilidade de visualização das atividades, tanto em espaços abertos, quanto em espaços fechados. Também apresentará uma curadoria para a seleção dos projetos e premiação dos selecionados.
- Na tangente seleção, também encontraremos uma grande novidade. Na edição deste ano, o Festival conta com um edital de seleção pública para sua participação, ou seja, firmando a possibilidade da democratização do acesso à arte, cultura, ciência e tecnologia, enquanto elementos categóricos das políticas públicas. Por fim, o Festival contará com um site para divulgação do seu material, tanto das edições anteriores, quanto das novas edições - destaca.
http://feculpop.tk
A ideia do Festival surgiu em 2017, como conta Freire:
- A demanda do questionamento social, e a necessidade em debater questões de ótica política pública, encontrou elementos cotidianos sociais, aos quais deveriam ser colocados em discussão. O ano virou, e as demandas passaram a ser outras, assim, a necessidade de novamente a arte e a cultura encontrarem a sociedade se fez presente, trazendo à tona novos debates e conceitos que devem e precisam ser debatidos, além de, em especial, nesta edição, contar com a ajuda das Ciências e da Tecnologia para religar este estratagema social.
Thiago Freire explica que, tendo em vista a Cinemática Produções, o Festival propõe essa ação sociocultural e cientificotecnológica, “pensando em minimizar as demandas públicas, pertinentes ao estado, de maneira a tornar a sociedade civil um instrumento de canalização e agente pensante do fazer-se social”.
>Clique aqui para contribuir com o 2º Festival de Cultura Popular de Petrópolis
https://www.kickante.com.br/campanhas/2o-festival-cultura-popular-petropolis
