
(Foto Ilustrativa)
Adicionar flúor à água é considerado por diversas instituições um crime contra a população
A pergunta imediata é: O governo não considera a fluoretação do abastecimento público de água algo nocivo? Os brasileiros foram transformados em biodigestores de resíduos tóxicos das indústrias de alumínio e fertilizantes, graças aos "lobbies" das mesmas que "convenceram" políticos do governo Geisel, em 1975, a criar a vergonhosa lei de fluoretação compulsória.
A fluoretação da água potável é considerada um perigo para a saúde pública. Tal prática foi implantada na década de 40, quando a cidade de Grand Rapids, em Michigan, acrescentou o flúor na água potável, afirmando que seria um fator que ajudaria no fortalecimento dos dentes, mantendo a saúde oral.
Adição do fluoreto na água potável seria algo benéfico?
A organização Americana de Odontologia e a Federação Internacional de Odontologia confirmam em 1969 que adição do fluoreto na água potável seria algo benéfico; levando inúmeros países pelo mundo adotar tal medida. No início dos anos 70 até os anos 90, inúmeros países europeus contestaram a tese apresentada anteriormente, declarando que o flúor é venenoso e prejudicial para a saúde do homem.
Diversas organizações afirmam que quando uma pessoa ingere o flúor, o mesmo pode causar diversos males e doenças, como câncer nos ossos, câncer na tireoide, câncer diversos, artrite, osteoporose, alergia diversas, alterações no sistema imunológico, diabetes, hipoglicemia, insuficiência renal, alteração no DNA, alterações nas funções dos espermatozoides, redução na inteligência, problemas no sono, fadiga, aumento do peso, dores musculares, aumento do colesterol, rugas na pele, perda da memória, dores no estômago, diarreia e relatos de fluoroses dentária e esquelética, condição que leva o enfraquecimento dos dentes e ossos.
Segundo Júlia Lyton, o acúmulo de flúor no organismo é um perigo iminente que lentamente trará complicações para a saúde do homem.
Procure comprar apenas o "sal marinho",
não refinado, não iodado, não fluoretado
Como se fluoretar água não bastasse, adiciona-se muitas vezes flúor ao sal de cozinha, além do desnecessário (e talvez nocivo iodo adicionado). Procure comprar apenas o "sal marinho", não refinado, não iodado, não fluoretado, em geral vendido nas lojas de produtos naturais. Procure achar uma forma para evitar água fluoretada. Segundo o renomado Dean Burk, fundador do Instituto do Câncer dos Estados Unidos, a utilização do flúor aumenta dramaticamente o índice de câncer. Adicionar flúor à água é considerado por diversas instituições um crime contra a população.
O flúor é um lixo industrial, um resíduo das indústrias de alumínio. Um lixo que é adicionado diariamente na nossa água. Cabe a nós, cidadãos, esclarecimento e informação sobre a temática aqui proposta, não podemos continuar pagando o veneno que futuramente será o causador de uma morte silenciosa.
No Brasil já existem projetos de lei que revogam a lei absurda que determina a fluoretação das águas. Venho alertar a nossa e as inúmeras comunidades que são "obrigadas" a consumir água, sal, creme dental etc. contaminados por uma substância letal. "Nações que ainda praticam fluoretação de água deveriam envergonhar-se de si mesmas". (Arvid Carlsson, PhD, ganhador do Nobel de Medicina e Fisiologia, ano 2000)

