(Foto: Divulgação)
Sozinhos não podemos mudar o mundo,
mas podemos fazer a diferença
Quantas foram as vezes que ouvi: "Você está desperdiçado aqui, você precisa ir embora, procurar um lugar melhor...". Qual é o lugar melhor? Sou cidadão como qualquer outro, tenho o direito de ficar na minha sociedade de origem. É preciso levar em consideração o livre arbítrio. Procuro sempre oferecer o meu melhor, na busca por um lugar ao sol. Evitando a priorização do capital, objetivando a difusão de uma mensagem que liberta os oprimidos pelo sistema.
Não pretendo cultivar o ego e sim a arte de expressar em palavras a simplicidade, os versos, os poemas que de mim e de todos afloram a cada segundo da nossa existência. O meu objetivo é continuar a caminhada em direção do ensinar e aprender, pautando o meu melhor, traçando como meta a construção de uma trilha marcada pela sabedoria. Buscando escrever em nome da nação humana, pois os dias passarão, a vida passará e todos nós morreremos, mas não podemos permitir que a nossa existência passe em branco, assim utilizarei a literatura para trabalhar a cidadania, a moral social, representando o povo, os bestializados dentro do sistema.
Um mundo justo para todos
Em versos, narro a esperança de uma humanidade que clama por paz. Reflita sobre o legado que recebemos, do uso que dele fazemos e o que faremos no futuro. Pensamos hoje: um mundo justo para todos! Um lugar de paz, igualdade, fraternidade e liberdade.
Sei que não posso mudar o mundo, mas posso fazer a diferença. Quero ser um empreendedor das ideias, difundir uma mensagem que liberta e conscientiza. Não importa a dimensão conquistada, pois se a mesma tocar uma pessoa estarei feliz, tornando concreta a minha missão.

