(Foto Ilustrativa/Gospel Mais)
É visível que a instituição família não
mais é duradoura, as regras são outras
Ao longo da formação das várias sociedades, o casamento sempre esteve presente, pois era visto como a base para solidificação da instituição chamada por todos os integrantes das mesmas de família. Nos contos de fadas, nas histórias bíblicas, nas lendas, na Idade Média, no princípio do mundo, o casamento sempre foi visto como a base de estruturação de um relacionamento entre um homem e uma mulher.
Culturalmente, o casamento é visto ainda como um dos elementos mais importante dentre os patrões da sociedade contemporânea. Religiosamente também é visto com algo "sagrado". No entanto, no século XXI o casamento vem sendo banalizado e o que era sagrado ao poucos se torna "profano", diante dos integrantes desta sociedade moderna. A modernidade trouxe uma nova roupagem para o conceito casamento, que não mais segue um padrão e a cada dia se moderniza ainda mais.
Hoje em dia tem até data de validade
O homem dita as suas regras e aquilo que o satisfaz enquanto ser, portanto, o casamento sofreu mudanças ao longo dos séculos, e aquilo que solidificava somente os laços entre um homem e uma mulher que por décadas constituíam a instituição família, agora também promove a instituição família formada por dois homens, ou duas mulheres. Também pode ser realizado hoje com data de validade por dois anos e, se tudo der certo, renova o contrato.
É visível que a instituição família no século XXI não mais é duradoura, as regras são outras, os elementos se complementaram, os conceitos sofrem mutações, o respeito, a cumplicidade entre os indivíduos se desestruturou levando a mais sólida de todas as instituições ao declínio. Enfim, o casamento enquanto elemento social durou séculos, milênios para se estruturar, mas no século XXI a modernidade coloca em risco o conceito, promovendo nos padrões que podem ser favoráveis ou negativos para a formulação de uma futura sociedade.

