
(Foto: Divulgação)
“Você pode se fechar em determinada cultura ou pode se abrir para várias e buscar sempre mais”
> Clique e confira todas as entrevistas da série sobre Cultura "Opinando e Transformando"
O sétimo convidado na série de entrevistas “Opinando e Transformando” é Francisco de Sousa Ferreira Costa. Uma oportunidade para os internautas conhecerem um pouco mais sobre os profissionais que, de alguma forma, vivem para a arte/cultura. Confira:
> Nome: Francisco de Sousa Ferreira Costa
> Reside: Goiânia
> Breve Currículo: Jornalista, especialista em marketing e comunicação digital, editor da “Revista Zelo” e do Portal Caneta e Café.
> Em sua opinião, o que é cultura?
É o que move uma sociedade. Não só o que se produz, mas o que está enraizado no dia a dia de um povo, sem o qual não haveria por que seguir em frente.
> Você se considera um difusor cultural? Qual é o seu papel neste vasto campo da transformação mental, intelectual e filosófica?
Sim, como jornalista contribuo expondo a cultura de várias formas. Além disso, também produzo no segmento de quadrinhos. Em meu site, gosto de abrir espaço, principalmente, para o produtor independente.
> Como você descreve o processo de aculturação, ao longo da formação da sociedade brasileira?
Nessa aldeia global em que vivemos é impossível não haver, em algum momento, o processo de fusão de culturas. É importante resguardar nossas culturas, tradições, mas não dá pra ficar alheio a tudo que recebemos, muito graças ao advento de tecnologia. O Brasil é um país extremamente multicultura, que sofre constante influência de todos os lados. Isso não vai parar. Mas não quer dizer que o canônico se perderá.
> A cultura liberta ou aprisiona os indivíduos?
Nenhum e os dois. Sei que é uma resposta meio subjetiva, mas você pode se fechar em determinada cultura ou pode se abrir para várias e buscar sempre mais.
> Que problemática você destaca na prática da difusão cultural?
Muitas vezes pode segmentar muito, mas nem vejo isso como uma problemática.
> Comente sobre o espaço digital, destacando sua importância no cenário cultural brasileiro e mundial?
O cenário digital é uma mão na roda. Apesar de ser segmentado, como disse acima, com os meios digitais se tem um alcance incrível.
> Qual mensagem você deixa para todos os fazedores culturais?
Continuem produzindo e vivendo cultura. É o que importa, afinal.

