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Dhiogo José Caetano

dhiogocaetano@hotmail.com

Opinando e Transformando

Simião Mendes Júnior é o 25º entrevistado na série sobre cultura

Objetivo é formar um mosaico com o que cada um pensa desse universo multifacetado

Pelo Brasil  –  06/12/2016 14:05

Publicada: 28/11/2016 (18:53:11) . Atualizada: 06/12/2016 (14:05:35)

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(Foto: Divulgação)

“Com toda certeza afirmo que a cultura liberta; o que aprisiona os indivíduos é a ignorância” 

> Clique e confira todas as entrevistas da série sobre Cultura "Opinando e Transformando"

O 25º convidado na série de entrevistas “Opinando e Transformando” é Simião Mendes Júnior. Uma oportunidade para os internautas conhecerem um pouco mais sobre os profissionais que, de alguma forma, vivem para a arte/cultura. Confira: 

> Nome: Simião Mendes Júnior
> Breve currículo: Simião Mendes - goiano, poeta, letrista e vocalista da banda Vandalismo Poético. Publicou seu primeiro livro "Poeta Irregular" pela UFG em 2008. Atualmente trabalha na revisão de seu segundo livro, que terá o título "Sobre as Acrópoles e as Caliandras", ainda sem data de publicação. É estudante do curso de letras da Universidade Federal de Goiás e pesquisador da poesia goiana.
> Reside: Goiânia (Goiás) 

> Em sua opinião, o que é cultura?

Um poeta amigo meu chamado Edival Lourenço definiu a cultura como um órgão vital para a sociedade. Assim como se no nosso corpo, se algum órgão vital para nós morremos, a sociedade precisa da cultura para continuar (sobre)vivendo. Eu não vejo definição melhor. 

> Você se considera um difusor cultural? Qual é o seu papel neste vasto campo da transformação mental, intelectual e filosófica?

Sou poeta e músico, vocalista e letrista da banda Vandalismo Poético. Tanto na poesia quanto nas composições, trabalho bastante a mensagem que vou transmitir para o receptor. Difusor cultural apenas nesses campos, apesar de que vez ou outra organizo algo, mas não chego a ser um agitador cultural como Walacy Neto e Kaio Bruno Dias, que, além de ótimos poetas, organizam saraus e eventos. 

> A cultura liberta ou aprisiona os indivíduos?

Com toda certeza afirmo que liberta. O que aprisiona é a ignorância. 

> Que problemática você destaca na prática da difusão cultural?

Antes sofríamos com falta de verbas e incentivos. Hoje percebo que não é tão problemático, os espaços culturais que estavam fechados, como o Martim Cererê, por exemplo, voltaram a funcionar. Acho que estamos em um período bacana para a cultura goiana. Falta divulgação para o grande público. Tem muita coisa bacana rolando em Goiânia, muitos espaços culturais maravilhosos, mas não são divulgados pela mídia e acabam restritos apenas para os mais antenados. 

> Comente sobre o espaço digital, destacando sua importância no cenário cultural brasileiro e mundial.

As redes sociais funcionam muito bem para a divulgação cultural. Muitas pessoas têm aversão ao espaço digital, geralmente as mais tradicionalistas. Acho uma ferramenta super válida e importante para trazer para o público um pouco de cultura, diante de tanto besteirol que se vê na internet. 

> Qual mensagem você deixa para todos os fazedores culturais?

Que continuem! Precisamos cada vez mais de cultura e que esta cultura atinja cada vez mais pessoas.

Por Dhiogo José Caetano  –  dhiogocaetano@hotmail.com

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