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Dom Moysés Barbosa: “Pratique a sua verdade; a verdade não escraviza; só liberta”
O 37º convidado na série de entrevistas “Opinando e Transformando” é Dom Moysés Barbos. Uma oportunidade para os internautas conhecerem um pouco mais sobre os profissionais que, de alguma forma, vivem para a arte/cultura. Confira:
> Nome: Dom Moysés Barbos
> Reside: Três Rios (RJ)
> Breve currículo: Carioca, nascido em 15 de fevereiro de 1944 - 50 anos de ministério evangélico (bispo), iniciou vida religiosa como capelão militar no Exército. Escritor e poeta desde 1959. Advogado há 30 anos. Presidente do Ministério Evangélico Internacional Valorizando a Vida.
> Em sua opinião, o que é cultura?
É tudo que possa engrandecer e tornar melhor o ser humano, e que integra um conjunto, formado por conhecimento, arte, leis, princípios morais, costumes, habilidades; não apenas no âmbito familiar, mas também do seio comunitário.
> Você se considera um difusor cultural?
Sim, pois semeio meus escritos seculares e através da religião procuro dentro de minhas formações contribuir para lapidar a postura de muitas pessoas.
> Qual é o seu papel neste vasto campo da transformação mental, intelectual e filosófica?
Considero-me, mesmo que humildemente, um mensageiro de Deus.
> Como você descreve o processo de aculturação, ao longo da formação da sociedade brasileira?
Não tenho dúvida de que a aculturação é um processo que implica a recepção e a assimilação de inúmeros elementos culturais de um determinado grupo humano por parte de outro. Tenho que assim o povo a adquire uma nova cultura do povo B (ou mesmo algumas feições dela), e penso que de modo geral em detrimento de sua própria cultura (valores) e isso se dá involuntariamente. Acredito até que esse processo pode libertar e também encarcerar os grupos sociais.
> Que problemática você destaca na prática da difusão cultural? Comente sobre o espaço digital, destacando sua importância no cenário cultural brasileiro e mundial.
Importante, e chego a dizer que é a maior ferramenta que já surgiu para valorizar e fazer solidificar ainda mais o cenário da cultura nacional. Saibamos usá-lo...
> Qual mensagem você deixa para todos os fazedores culturais?
Pratique a sua verdade. A verdade não escraviza... Só liberta.
> Clique e confira todas as entrevistas da série sobre Cultura "Opinando e Transformando"

