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Dhiogo José Caetano

dhiogocaetano@hotmail.com

Opinando e Transformando

Vanderlan Domingos é o 39° entrevistado na série sobre cultura

Objetivo é formar um mosaico com o que cada um pensa desse universo multifacetado

Pelo Brasil  –  04/07/2017 00:21

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(Foto: Divulgação)

“De nada adianta escrever belos textos, com responsabilidade e não divulgá-los ao mundo” 

O 39° convidado na série de entrevistas “Opinando e Transformando” é Vanderlan Domingos Souza. Uma oportunidade para os internautas conhecerem um pouco mais sobre os profissionais que, de alguma forma, vivem para a arte/cultura. Confira: 

> Nome: Vanderlan Domingos Souza
> Reside: Goiânia 

> O que é cultura?

A palavra cultura tem um significado bastante complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual somos integrantes. Cada país tem a sua própria cultura, que é influenciada por vários fatores e no caso da cultura brasileira essa é marcada pela boa disposição e alegria de seu povo, e isso se reflete também na música, como o samba, o forró, frevo etc. que fazem parte da cultura brasileira, diferenciando-se, por exemplo, da de Portugal, onde se predomina o fado que é o patrimônio cultura de lá. Seria a herança social da humanidade ou ainda, de forma específica, uma determinada variante da herança social. Já em biologia a palavra cultura é uma criação especial de organismos para fins determinados. 

> Você se considera um difusor cultural?

Eu me considero um difusor cultural sim, e explico: Em primeiro lugar ao escrever para dois portais, três jornais, entre eles, o DM e uma revista, acho que já é uma colaboração bastante significativa, porque além desses noticiosos publico minhas crônicas no meu blog, onde hoje alcança quase 37mil visualizações e no Google 340 mil, isto é, lido no mundo todo. A escrita é um mecanismo cumulativo porque as mensagens são levadas a uma geração que anseiam por boa leitura e assim vai passando de geração em geração. 

> Qual o seu papel neste vasto campo da transformação mental, intelectual e filosófica?

Quando escrevo procuro alcançar o coração e a mente da pessoa humana. Basta ler os meus textos que são lidos no mundo inteiro. A escrita está sempre em desenvolvimento, pois com o passar do tempo ela é influenciada por novas maneiras de pensar inerentes ao desenvolvimento do ser humano. De acordo com a filosofia, a cultura é o conjunto de manifestações humanas que contrastam com a natureza ou o comportamento natural e isso é fato. 

> Com você descreve o processo de aculturação ao logo da formação da sociedade brasileira.

Podemos dizer que há cultura na sociedade quando essa interpretação pessoal e global se liga a um esforço de informação comum e conjunta, no sentido de aprofundar a posição adotada de modo poder intervir em debates. Essa dimensão pessoal da cultura e do processo de aculturação, como síntese ou atitude interior, é indispensável. 

> A cultura aprisiona ou liberta os indivíduos?

Ninguém desconhece que a cultura educacional é primeiro degrau para o crescimento de um país. Decididamente, o conhecimento leva-nos a sermos críticos. Auxilia-nos na compreensão de mensagens sofismáticas, diariamente ventiladas em nosso dia a dia. Seus direitos não são conhecidos e assim não podem ser cobrados. O governo se torna omisso nesse caso, pois é de seu interesse a falta de conhecimento da população. Daí não sendo cobrado, existe uma margem maior para que haja desvios de verbas. Assim, conclui-se que o conhecimento cultural hoje nos aprisiona em nossos próprios direitos e deveres. Devido à maioria de nossa população não ser aculturada necessária para conhecer sobre seus direitos, a alienação acaba sendo o caminho esperado, não conseguindo cobrá-los mesmo sabendo que eles existem e devem ser cumpridos. 

> Qual mensagem você deixa para todos os fazedores culturais?

Bem, como vice-presidente da União Brasileira dos Escritores; integrante da Academia de Letras de Morrinhos; da Academia de Letras e Ares de Inhumas e da Confederação Brasileira de Artes de São Paulo, escrever para vários jornais e revistas e manter ativo um blog, com quase 37 mil visualizações, acham que já respondem por mim, assim como responde as suas perguntas finais, porque de nada adianta escrever belos textos, com responsabilidade e não divulgá-los ao mundo. Essa é a mensagem que deixo para todos aqueles que escrevem.

> Clique e confira todas as entrevistas da série sobre Cultura "Opinando e Transformando"

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Por Dhiogo José Caetano  –  dhiogocaetano@hotmail.com

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