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Dhiogo José Caetano

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Avante!

Zé Pedro Baroni consolida carreira artística

Ator mineiro trabalhou em sete produções cinematográficas de diferentes regiões do país em 2019

Pelo Brasil  –  24/03/2020 18:55

 

Zé Pedro Baroni

(Fotos: Divulgação)

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“Quando se quer, se faz de uma ou outra forma; o principal objetivo é ter foco e seguir em frente, acreditando que tudo irá se alinhar” 

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O ano de 2019 foi movimentado por personagens, roteiros e gravações para Zé Pedro Baroni, ator mineiro que trabalhou em sete produções cinematográficas de diferentes regiões do país e consolidou-se no cinema. 

No início do ano passado ele gravou o filme “Legítima defesa”, de Vic Kings, onde deu vida a Carlos Cavalcanti, um empresário de ascendência italiana que enfrenta uma turbulenta crise financeira. Além de atuar, foi convidado para ser o diretor de arte da produção.

Em seguida, Baroni foi diretor de arte do filme “Miss Hipocondria”, de Lucas Marques, ocasião em que utilizou uma paleta de cores em tons pastéis, casando completamente com o proposto roteiro.

O ator de 27 anos também trabalhou com o diretor Gleison Mota no filme “Menina Veneno”, momento em que atuou e foi novamente diretor de arte. 

- As cores intensas e fortes foram as escolhidas para compor o filme - explica Zé Pedro.

Ainda em 2019, gravou no Rio de Janeiro/RJ uma participação no décimo capítulo da série “Cinema de enredo”, de Luiz Antônio Pilar, intitulado de “Um filho teu não foge à luta”. No trabalho em questão ele deu vida a um policial em meio a uma manifestação que ocorria à noite na Cidade Maravilhosa.

Em maio recebeu a indicação como melhor ator no 2º Festcine Pedra Azul, um Festival Internacional de Cinema que ocorre no Espírito Santo. A indicação foi por sua atuação no filme “Sobre mariposas e borboletas”, de Lucas Marques, momento em que viveu o personagem Charles, um renomado diretor de teatro.

Zé Pedro Baroni como Tom. Filme Quanto tempo, de Alexandre Félix de Carvalho. Produtora Escadas Produções

Zé Pedro Baroni como Tom, no filme "Quanto tempo", de Alexandre Félix de Carvalho; produtora Escadas Produções

Atuou no filme “Quanto tempo”, de Alexandre Félix de Carvalho, ocasião em que teve o privilégio de dar vida ao fotojornalista Tom, personagem que possui traços fortes, cresceu numa cidade interiorana e curte jazz.

Zé Pedro Baroni como Juliano. Filme As Inventariantes, de Nei Francisco. Produtora Wchan Filmes

Interpretando Juliano no filme "As Inventariantes", de Nei Francisco; produtora Wchan Filmes

Em meio às gravações, teve uma excelente notícia: o filme “As inventariantes”, de Nei Francisco, obra gravada em 2018, na qual atuou, foi diretor de arte e produtor, foi selecionada no Festival de Cinema Curt´rruda, em Portugal.

Fez ainda o papel de Yan e assinou a direção de arte da produção “O que passou, está ainda por vir”, do carioca Lucas Marques.

Zé Pedro Baroni como Henri Paul Pierre Sajous”, de Escadas Produções

O ator como Henri Paul Pierre Sajous, de Escadas Produções

Atuou no curta-metragem “Henri Paul Pierre Sajous”, de Escadas Produções, que encarna o arquiteto francês que veio ao Brasil a convite do Comendador Francisco de Souza Costa para projetar as Termas de São Lourenço.

Em dezembro, Zé Pedro Baroni foi indicado pela Mostra OffCine ao prêmio de melhor ator, pelo seu papel Juliano, no filme “As iventariantes”. No mesmo mês, em outro evento, no Festival Graffit de Cinema, foi indicado na mesma categoria por sua atuação no mesmo filme, tendo a honra de concorrer com grandes atores como Othon Bastos e Tonico Pereira, oportunidade em que levou o troféu para casa.

Em 2020, o artista que definitivamente se encontrou no cinema já foi escalado para o elenco de outras produções e exibirá seus trabalhos em festivais e mostras que envolvem a sétima arte mundo afora.

- Nem sempre realizar um projeto é fácil, mas o que torna interessante toda esta trajetória são os desafios que surgem que acabam trazendo experiência e maturidade cultural. Mesmo com as adversidades, a vontade de fazer e de realizar determinado trabalho se torna imbatível quando se deseja profundamente que o mesmo surja e se torne real, deixando de lado, por exemplo, o detalhe da falta de incentivo - enfatiza. 

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Por Dhiogo José Caetano  –  dhiogocaetano@hotmail.com

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