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Conflitos Sociais

Dhiogo José Caetano

dhiogocaetano@hotmail.com

Série Opinando e Transformando - Episódio 112

Xexéu Noysenoys - Respeito às diferenças e às diversidades

Músico e ativista cultural fala sobre cultura de paz, educação e espaço digital

Pelo Brasil  –  08/05/2021 11:12

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(Foto: Divulgação)

“Quando uma pessoa adere à cultura de paz, torna-se um caminho sem volta, tamanha a ‘Aura Divina’ que a envolve”

 

 Xexéu Noysenoys é o 112º convidado na série de entrevistas “Opinando e Transformando”. Objetivo é formar um mosaico com o que cada um pensa desse universo multifacetado. Uma oportunidade para os internautas conhecerem um pouco mais sobre os profissionais que, de alguma forma, vivem para a arte/cultura.

> Nome: Xexéu Noysenoys 
> Breve biografia: Músico goiano da banda (Noysenoys), ativista cultural e sócio proprietário da RC 2 - Rede Criativa. 

Confira a entrevista com Xexéu Noysenoys

> Em sua opinião, o que é cultura de paz?

Como dizia o Poeta "a paz do mundo começa em mim..."
E eu acredito que a cultura de paz seja um "Movimento" que deve ocorrer de dentro pra fora de cada ser humano. A cultura de paz acaba por se tornar um estilo de vida onde se prevaleça o amor e o respeito às diferenças, às diversidades. 

> Como podemos difundir de forma coerente a paz neste vasto campo de transformação mental, intelectual e filosófica?

Não há de se falar em cultura de paz sem a coerência de posicionamentos e ideais. É lógico que tudo pode ser colocado às partes de forma educada e, sobretudo, sábia. Neste atual tempo onde o mundo virtual toma dimensões estratosféricas não é prudente entrarmos de forma bruta em embates, calorosos ou não. Precisamos sim opinar sobre nossos princípios, mas sempre de forma construtiva. Normalmente a gente desmonta opositores vorazes com educação e inteligência.

> Como você descreve a cultura de paz e sua influência ao longo da formação da sociedade brasileira/humanidade?

O Brasil é um país bastante novo e muito miscigenado. Temos em nós todas as possibilidades de ideias e ideais! Precisamos alimentar as boas ideias e os bons ideais, colocá-los em prática e multiplicá-los ao máximo possível. Historicamente sempre tivemos uma vertente que pregue a cultura de paz, mesmo que ainda pequena e até inexpressiva num primeiro momento. Mas as coisas estão mudando e as pessoas, por bem ou por mal, estão começando a entender que não nos há outra saída senão investirmos nesta cultura de paz.

> A cultura e a educação libertam ou aprisionam os indivíduos?

Tenho plena convicção disso: cultura e educação sempre serão instrumentos libertadores!
Sempre falo em minhas palestras que só se muda um quadro caótico de uma região investindo em políticas públicas de qualidade e perenes em educação, cultura e esporte, sobretudo com crianças e adolescentes. 

> Comente sobre o espaço digital, destacando sua importância na difusão do despertar da humanidade.

Os espaços digitais e o advento da internet chegaram pra ficar e, como tudo na vida, existem seus pontos negativos e positivos. Cabe a cada um de nós desprezarmos os pontos negativos e até, quando se fizer necessário, denunciá-los às autoridades competentes. E que os pontos positivos das redes sociais sejam por nós explorados de forma saudável, sempre lembrando a teoria do iluminista Victor Hugo: Que o homem mande na máquina e nunca a máquina no homem!
Os espaços digitais precisam ser nossos (grandes) aliados na formação, estruturação e propagação da cultura de paz. 

> Qual mensagem você deixa para a humanidade?

Desde sempre me fiz um defensor da cultura de paz e afirmo que quando uma pessoa a adere torna-se um caminho sem volta, tamanha a "Aura Divina" que a envolve. 
Paz e bem!

> Clique e confira todas as entrevistas da série sobre Cultura "Opinando e Transformando"      

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Por Dhiogo José Caetano  –  dhiogocaetano@hotmail.com

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