(Foto Ilustrativa)
É urgente recuperar a compaixão, a solidariedade e a empatia; devemos nos unir para edificar um mundo onde o amor e a tolerância sejam as bases da sociedade
A sociedade em que vivemos está doente. Nos alimentamos da dor alheia, projetando nossos medos e incertezas nos outros.
Criamos uma realidade insensível, onde o ego predomina e a empatia desaparece. Desde cedo, somos condicionados a competir e vencer a qualquer preço, mesmo que isso signifique prejudicar os outros.
Habitamos um mundo onde a crueldade é aceita como normal, enquanto a gentileza é considerada fraqueza. Crescemos em um ambiente marcado pela desigualdade social, onde a violência se torna comum.
Perdemos a habilidade de nos colocar no lugar do próximo, de entender suas dores e aflições. Formamos uma cultura centrada no individualismo, onde cada um se preocupa apenas consigo mesmo, desconsiderando o sofrimento do outro.
Nossos líderes políticos nos ensinam a desconfiar do diferente, a temê-lo e até a nutri-lo com ódio. Enquanto essa mentalidade persistir, estaremos condenados a viver em um contexto de violência e disparidade.
É urgente recuperar a compaixão, a solidariedade e a empatia. Devemos nos unir para edificar um mundo onde o amor e a tolerância sejam as bases da sociedade.
Chegou o momento de alterar nossa maneira de pensar e agir. É tempo de nos tornarmos mais humanos, mais atentos às dores e necessidades do próximo. Juntos, devemos trabalhar para criar um mundo mais justo e igualitário.

