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Conflitos Sociais

Dhiogo José Caetano

dhiogocaetano@hotmail.com

Tudo é Leitura

Uma sociedade que não escreve nem lê é uma sociedade morta!

O livro é uma ferramenta que materializa os contextos, os quais se perderiam no tempo

Pelo mundo  –  03/04/2026 11:17

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(Foto Ilustrativa)

Ler é uma forma de ver o mundo, uma ideia que perpassa a memória, uma ferramenta seletiva  

 

Falar a respeito da leitura e do ato de ler é algo que traz inúmeros pontos que partem da interpretação, análise, compreensão, visão de mundo e do fator experiência.

A escrita é uma das formas de eternizar um contexto, prismando as múltiplas variações relacionadas à interpretação da leitura, que sofre influência da visão de seu leitor, que nunca será passivo.

No entanto, a língua é uma forma de leitura com extensão ampliada e reforçada por códigos e símbolos superiores à escrita.

A linguagem é performática, sendo todas as formas de expressão.

Não podemos deixar de considerar a polifonia do discurso, pois as palavras ganham sentidos e disseminam uma ideologia através das múltiplas vozes que ativamente influenciam e são influenciadas pelas leituras e experiências adquiridas com as mesmas. Tudo se cristaliza por meio da comunicação do eu com o outro.

A palavra é um elemento de extrema importância para a transmissão de uma mensagem, seja ela objetiva ou subjetiva, pois dela parte a onissignificação.

A escrita não tem unanimidade em relação à sua produção, estruturação e decodificação, pois se fecunda em um contexto que sofre influências sociais, religiosas, culturais, econômicas e geográficas.

Assim, podemos entender que ler é uma forma de ver o mundo, uma ideia que perpassa a memória, uma ferramenta seletiva.

É necessário destacar que a história da memória sofreu limitações; muitos pesquisadores e estudiosos promoveram uma leitura subjetiva dos acontecimentos e fatos que formulam este mundo hierárquico.

Há inúmeras formas de leitura: "logo, tudo é leitura", um contexto que pauta a individualidade e a coletividade complexa do mundo à nossa volta.

Em suma, o livro é uma ferramenta que materializa os contextos, os quais se perderiam no tempo, não deixando resquícios da memória, da história, da identidade, da língua e dos inúmeros símbolos utilizados pelos nossos ancestrais, os quais influenciam indiretamente ou diretamente a contemporaneidade. 

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Por Dhiogo José Caetano  –  dhiogocaetano@hotmail.com

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