(Foto Ilustrativa)
Nada acontece ao acaso; tudo deve fluir de maneira consciente e presente para que se construa uma possibilidade que nos leve ao despertar do ser
A dor é um fator extremamente potente, capaz de anular nossa aptidão para raciocinar.
A sociedade humana tem gerado um cenário marcado pela dor.
Os universos individuais e coletivos têm desmoronado dentro de uma realidade fracassada.
O temor é o principal propulsor do caos.
Manter a calma perante o incômodo físico, mental ou afetivo é fundamental para alcançarmos a plena conexão com a fonte criadora.
Nada acontece ao acaso; tudo deve fluir de maneira consciente e presente para que se construa uma possibilidade que nos leve ao despertar do ser.
A saúde é um bem precioso, almejado por muitos e desfrutado por poucos, especialmente diante de uma realidade adoecida que restringe e intensifica o dinamismo do caos energético.
A demanda por dignidade corporal, emocional e espiritual não para de aumentar, em um planeta em que as pessoas almejam a paz, enquanto a guerra predomina.
O corpo abriga a alma; o corpo funciona como um borrão que mascara a alma, visto que a alma é uma singularidade que transcende o corpo, uma substância cósmica que recebe a matéria terrestre.
Uma pandemia psicológica vem conduzindo uma geração tida como tecnológica pelos corredores do medo.
Nada do que se manifesta no corpo, ou que emerge nele, supera a essência que habita a alma e que vai além da matéria.
A energia que alimenta o corpo encontra-se na imensidão oculta do cosmos, ultrapassando o eu e santificada na singularidade íntima de cada ser.
O que já ocorreu não se altera; contudo, a corrente da sua energia repercute no presente e pode ser transformada por meio das mudanças promovidas agora.
A serenidade celestial que procuramos no firmamento externo está localizada em nosso interior, no céu íntimo.
Ouvir a voz do coração é essencial para não perder o GPS da fonte criadora.
Não tema o caminho: tudo se desenrola rumo ao crescimento interior.
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