(Foto Ilustrativa)
Não permita que o corpo consuma a sua alma; você é uma luz em constante movimento
Saber usar a mente como instrumento para transformar a realidade é habilidade de poucos, já que a maioria permanece refém dela, afogada em pensamentos.
Duvidar, interrogar e pesquisar constituem o único meio de humanizar novamente, despertando do torpor consciente rumo a uma consciência plena.
O curso existencial é impulsionado pela meritocracia universal.
O corpo não subordina a mente, nem a mente subordina o corpo; o vínculo entre ambos constitui a via para alcançar a consciência que rege absolutamente tudo.
Ter medo da vida não produz resultados; é necessário encarar as oportunidades com disposição de viver plenamente.
A mente é como um touro bravo que, sem ser domada com amor e respeito, pode acabar com a vida de quem a domou.
O brado do opressor não pode silenciar a voz do oprimido; quem ama zela, não cerceia, antes estimula para alçar um voo mais elevado.

(Arte: Dhiogo José Caetano)
O desajuste emocional nem sempre resulta de uma causa externa, manifestando-se ocasionalmente no seio familiar.
A mente pode enganar; entretanto, a consciência dispõe da capacidade de desfazer e transformar tudo aquilo que nos prende.
Não permita que o corpo consuma a sua alma; você é uma luz em constante movimento.
Libertar-se do passado e desvincular-se do futuro é o único caminho para experimentarmos o agora.
Deus não existe, nunca existirá; é totalmente intocável, não pode ser localizado, está em tudo e reside no nada.
Quem se ama nunca se perde um do outro; caminhos seguem rumos distintos, contudo, a ligação do coração permanece com o objetivo de propiciar um novo reencontro.
Ouvir a intuição é a maneira de atingir o seu propósito existencial.
Depositar confiança no movimento da vida é possuir a sabedoria de entrar em contato com o sagrado, seguindo de forma intuitiva o caminho necessário para despertar, aprendendo com cada experiência.
Legar um legado de amor ultrapassa qualquer herança material que possamos acumular.
Permitir o fluir da nossa fragilidade é fundamental para acessar a nossa força ancestral.
O indivíduo ainda não se mostra totalmente humano; tende a repudiar no próximo aquilo que deseja para si, por motivos que escapam à razão.
Assumir a responsabilidade, proceder com integridade, enxergar com consciência, perseguir o bem com ousadia constitui um caminho seguido por poucos.
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