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Halitose

Como identificar e tratar o mau hálito

Odontologista explica como evitar constrangimentos durante uma conversa

Viver bem  –  31/03/2013 20:24

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(Foto Ilustrativa)

Higiene inadequada, gengivite, periodontite,

xerostomia - diminuição da salivação - são

fatores que favorecem o acúmulo de bactérias

 

Não existe nada mais desagradável do que sentir mau hálito durante uma conversa. Na grande maioria dos casos, a halitose é de origem bucal, devido aos gases produzidos durante a metabolização de matéria orgânica presente na boca, de acordo com o odontologista Flavio Goulart.

Higiene inadequada, gengivite, periodontite, xerostomia - diminuição da salivação - são fatores que favorecem o acúmulo de bactérias e o desenvolvimento da halitose. Pessoas que dormem de boca aberta sofrem de ronco ou apneia e normalmente ficam com a boca desidratada, o que também favorece o mau hálito.

- O primeiro passo para evitar é manter a higiene adequada com técnicas corretas de escovação, uso de fio dental, antissépticos bucais, principalmente antes de dormir, e check-ups periódicos com seu dentista. Tomar bastante água para manter a boca hidratada, evitar o consumo de álcool, tabaco e café também ajudam - afirma Goulart.

Evitar longos períodos de jejum

Ainda de acordo com o odontologista, longos períodos de jejum também devem ser evitados, pois isso provoca a formação de corpos cetônicos, que causam um odor forte.

O tratamento depende da causa do problema, e os especialistas costumam seguir com as orientações para uma higienização adequada (principalmente a região posterior da língua onde é mais fácil o acúmulo de alimentos), hidratação constante, alimentação em períodos corretos para evitar longos jejuns e visitas periódicas ao seu dentista.

Flavio Goulart ressalta ainda que muitas vezes não se percebe que está com halitose, então a melhor maneira de saber é perguntando para seu parceiro ou um familiar, e principalmente durante um check-up odontológico, pois existem aparelhos específicos que medem o nível de halitose do paciente.

Por Assessoria de Comunicação  –  contato@olhovivoca.com.br

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