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Vida Saudável

Escoliose conta com novas opções de tratamento

Ortopedista fala sobre desvios da coluna para um dos lados, rotação ou inclinação

Viver bem  –  19/05/2013 16:53

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(Foto Ilustrativa)

Problema pode se desenvolver em qualquer

idade, mas ele se acentua com o crescimento

e com as más posturas

 

Desvios da coluna para um dos lados, rotação ou inclinação são sinônimos de escoliose. A coluna vista de costas deve ser reta e quando isso não ocorre se faz necessária a consulta a um ortopedista. Daniel Ferreira Jorge, especialista em coluna e integrante das Sociedades Brasileira e Americana da Coluna, explica tudo sobre o assunto.

- Na maioria dos casos a escoliose não tem causas aparentes, por isso as chamamos de idiopáticas. A escoliose pode se desenvolver em qualquer idade, mas ela se acentua com o crescimento e com as más posturas, indicadores que algo não está bem - destaca o ortopedista.

Alguns indícios do problema

Ainda de acordo com o especialista, as escolioses podem aparecer na infância, adolescência ou na vida adulta e cada uma delas tem as suas próprias causas ou origens. O desvio pode ser facilmente percebido observando a coluna para ver se há retidão. É importante ver se as costas estão niveladas ou se um dos lados está mais elevado que o outro. Ombros, pernas e lombar com lados desiguais também são indícios.

- Para tratar do problema, a solução mais conhecida é o uso do colete, mas hoje há tratamentos não operatórios e cirurgias minimamente invasivas em alguns casos - ressalta.

Tratamentos que podem funcionar

O colete, principalmente para crianças e adolescentes, pode desenvolver um sentimento de inferioridade devido ao seu uso. A fisioterapia pode ajudar a corrigir a escoliose, mas a maior parte delas requer muito tempo e os resultados não costumam ser muito significativos. A natação é também um bom método, uma vez que proporciona relaxamento, alongamento e fortalecimento musculares, o que pode ser uma mais valia. Outras abordagens podem incluir RPG, Pilates de estúdio, osteopatia, e muitas outras abordagens ou terapias.

- O tratamento é muito pessoal de acordo com causas e estágio do problema, mas a evolução da medicina permite muito menos transtornos do que há dez anos - diz o especialista.

Por Assessoria de Comunicação  –  contato@olhovivoca.com.br

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