(Foto Ilustrativa)
Quem dorme mais tempo pode conseguir um
resultado no processo de aprendizagem quase três
vezes maior do que quem dorme menos
De 6 a 8 de janeiro, 28.943 estudantes participarão da segunda fase do processo seletivo da Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) em busca das tão concorridas vagas oferecidas pela Universidade de São Paulo e pela Faculdade de Ciências Médicas Santa Casa. Também foram convocados para as provas 2.239 treineiros.
Com a intensificação dos estudos e a proximidade das datas das provas, a tendência é a de que muitos deixem de dormir ou reduzam o seu tempo de sono para estudar mais. Essa atitude pode, no entanto, ter efeito contrário ao esperado, uma vez que a privação do sono pode prejudicar o processo de aprendizagem e, consequentemente, o desempenho nas provas. Em contrapartida, quem dorme mais tempo ou apresenta um sono de melhor qualidade pode conseguir um resultado no processo de aprendizagem quase três vezes maior do que quem dorme menos.
Cérebro não descansa enquanto dormimos
O sono regula funções importantes do organismo e tem um importante papel na manutenção da saúde e qualidade de vida dos indivíduos. Ao contrário do que muitos imaginam, o cérebro não descansa enquanto dormimos. É durante o sono que consolidamos a aprendizagem que tivemos durante o dia e a retemos na memória.
- A falta de sono, além de prejudicar o processo de aprendizagem, ainda provoca cansaço, irritação, falhas de memória, dificuldade de raciocínio, alteração de humor e estresse no dia seguinte - afirma a consultora do sono da Duoflex, Renata Federighi.
Siga uma rotina disciplinada
Para Renata, é importante que os estudantes sigam uma disciplinada rotina, em que boas horas de sono estejam dentro do planejamento.
- Uma boa dica é utilizar travesseiros em altura e suporte apropriados ao seu biótipo e postura ao dormir. Com o corpo confortável e relaxado, você poderá obter um sono mais rápido e mais profundo e isso tende a tornar a aprendizagem do dia mais eficaz - afirma.
