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Setembro Amarelo no UniFOA

Psicóloga da instituição e o voluntário do CVV falaram sobre como identificar sintomas e ajudar pessoas que estejam passando por dificuldades emocionais

Viver bem  –  24/08/2018 20:19

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(Foto: Divulgação)

Prevenção: Alunos do Diretório Acadêmico de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda se aprofundaram no tema suicídio

 

Setembro é o mês mundial de prevenção do suicídio, chamado também de Setembro Amarelo. O assunto, que já foi um tabu muito maior, ainda enfrenta grandes dificuldades na identificação de sinais, oferta e busca por ajuda, justamente pelos preconceitos e falta de informação.

Pensando nisso, os alunos do Diretório Acadêmico de Medicina do UniFOA (Centro Universitário de Volta Redonda) convidaram, no dia 20, a psicóloga da instituição, Soraya Ferreira, e o voluntário do Centro de Valorização da Vida (CVV) Sérgio Justo, para falarem sobre como identificar os sintomas e como ajudar pessoas que estejam passando por dificuldades emocionais. 

Doenças contra a saúde mental têm crescido cada vez mais no Brasil e ainda é um tabu diante da sociedade, de acordo com a psicóloga Soraya. Essa realidade pode ser refletida na visão de “vida perfeita” que a sociedade tem exigido das pessoas: 

-Temos vivido em um período que tudo é imposto a nós. Todo mundo tem que estar bem, todo mundo tem que mostrar nas redes sociais que está bem. Muitas das vezes elas acham que apenas elas têm o problema e se envergonham de conversar com um amigo próximo. O mais importante é poder notar os problemas e procurar ajuda. 

A sociedade tem mostrado cada vez mais o sofrimento psíquico, dentre eles, a ansiedade e a frustração, e isso tem atingido principalmente os jovens adolescentes, fazendo com que cheguem a medidas extremas. 

- Palestras como essa nos mostram como devemos buscar ajuda, como podemos identificar sintomas. Muitas das vezes o problema está do nosso lado e precisamos ter um conhecimento básico para conversar com esse paciente e saber a quais profissionais encaminhá-lo - destacou a aluna Beatriz Nicolite, do 12° módulo de medicina. 

Segundo o voluntário CVV Sérgio Justo, a maior parte das ligações para o centro de apoio ocorre durante a madrugada. 

- O voluntário é preparado para atender todo tipo de ligação, são mais de 30 tipos de temas que recebemos diariamente, como tentativa de suicídio, estupro e assassinato. Somos treinados para dar apoio emocional em cada caso que nos é trazido - explicou.

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Por Assessoria de Comunicação  –  contato@olhovivoca.com.br

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