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Jean Carlos Gomes

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Missão Literária

Posse de Milton Hatoum na Academia Brasileira de Letras

Escritor e tradutor tornou-se primeiro amazonense na Casa de Machado de Assis, ocupando a cadeira de número 6, sucedendo o jornalista Cícero Sandroni

Colunistas  –  02/05/2026 18:02

  • Ricardo Vieira Lima, Jeferson Tenório, Ailton Krenak e Itamar Vieira Junior

  • Milton Hatoum e Suzana Vargas

  • Jean Carlos, Milton Hatoum e Guilherme Tadeu

  • Este colunista com Antonio Carlos Secchin

  • Com Ana Maria Machado

  • Com Godofredo de Oliveira Neto

  • Com João Almino

  • Com Ailton Krenak

  • Com Paulo Henriques Britto

  • Com Ana Maria Gonçalves

  • Com Fátima Bernardes

  • Com Dráuzio Varela

  • Com Salgado Maranhão

  • Com Aleilton Fonseca

  • Com Suzana Vargas

 

(Fotos 1, 2, 3 e 4: Facebook/Academia; Foto 5: Dani Paiva, da ABL; Foto 6: SV;
Fotos 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19: PoeArt Editora)

Hatoum focou seu discurso na função humanizadora da literatura e na resistência do imaginário; também exaltou a educação pública como o alicerce fundamental para a consciência crítica brasileira

Na agradável sexta-feira, 24 de abril, fomos a mais uma importante missão literária no Rio de Janeiro, prestigiar a concorrida posse do escritor e tradutor Milton Hatoum na ABL (Academia Brasileira de Letras), tornando-se o primeiro amazonense na Casa de Machado de Assis. Ele passa a ocupar a cadeira de número 6, sucedendo o jornalista Cícero Sandroni. A cerimônia aconteceu na sede da instituição, no Centro da cidade.

A solenidade foi aberta pelo jornalista Merval Pereira, Presidente da ABL, que na mesa estava acompanhado pelos acadêmicos Antonio Carlos Secchin, Antônio Torres, Geraldo Carneiro e pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Mauro Luiz Campbell Marques.

O novo acadêmico foi conduzido pela comissão de entrada, formada pelos acadêmicos Antonio Carlos Secchin, Domício Proença Filho e Eduardo Giannetti.

A recepção foi feita pela acadêmica Ana Maria Machado.

“Milton Hatoum oferece uma análise sutil, cheia de camadas inteligentes, sofisticadas e corajosas, relacionando pontos distintos, numa argumentação bem informada que ilumina nuances até então impensadas pelo entrevistador. Não foge do tema. Mas se recusa a ser porta-voz não nomeado de estereótipos alheios”.

Após assinar o livro de posse, o colar foi entregue pela acadêmica Rosiska Darcy e o diploma, pela acadêmica Lilia Moritz Schwarcz; a espada, pelo acadêmico Arnaldo Niskier.

Em um discurso focado na função humanizadora da literatura e na resistência do imaginário, também exaltou a educação pública como o alicerce fundamental para a consciência crítica brasileira.

“Enquanto houver vida neste mundo em chamas, haverá histórias a serem narradas, lidas e ouvidas. Não vivemos apenas no real, vivemos também no imaginário, nos sonhos, na literatura, nas artes, no teatro, essa arte viva, na experiência mística. Vivemos também no devaneio”.

Com essas palavras, o autor que acumula mais de meio milhão de obras vendidas e livros traduzidos em 17 países, selou a sua entrada oficial na Academia Brasileira de Letras.

Além dos ilustres acadêmicos, também compareceram outras pessoas importantes, tais como: Aleilton Fonseca, Dráuzio Varela, Fátima Bernardes, Itamar Vieira Junior, Jeferson Tenório, Leonardo Santana, Ricardo Vieira Lima, Salgado Maranhão, Sergio Fonta, Socorro Acioli e Suzana Vargas.

Realmente, foi uma noite agradabilíssima, oferecida aos convidados que ali estiveram para prestigiá-lo em sua posse, e que, ao término, se confraternizaram com um delicioso coquetel, ao som de músicas que animaram e descontraíram a todos. Apesar de ter participado de outras posses, me senti muito honrado, representei minha PoeArt Editora, que está completando 20 anos, e tive a prazerosa companhia do professor e poeta Guilherme Tadeu. 

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Por Jean Carlos Gomes  –  poearteditora@gmail.com

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