(Fotos 1, 2, 3 e 4: Facebook/Academia; Foto 5: Dani Paiva, da ABL; Foto 6: SV;
Fotos 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19: PoeArt Editora)
Hatoum focou seu discurso na função humanizadora da literatura e na resistência do imaginário; também exaltou a educação pública como o alicerce fundamental para a consciência crítica brasileira
Na agradável sexta-feira, 24 de abril, fomos a mais uma importante missão literária no Rio de Janeiro, prestigiar a concorrida posse do escritor e tradutor Milton Hatoum na ABL (Academia Brasileira de Letras), tornando-se o primeiro amazonense na Casa de Machado de Assis. Ele passa a ocupar a cadeira de número 6, sucedendo o jornalista Cícero Sandroni. A cerimônia aconteceu na sede da instituição, no Centro da cidade.
A solenidade foi aberta pelo jornalista Merval Pereira, Presidente da ABL, que na mesa estava acompanhado pelos acadêmicos Antonio Carlos Secchin, Antônio Torres, Geraldo Carneiro e pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Mauro Luiz Campbell Marques.
O novo acadêmico foi conduzido pela comissão de entrada, formada pelos acadêmicos Antonio Carlos Secchin, Domício Proença Filho e Eduardo Giannetti.
A recepção foi feita pela acadêmica Ana Maria Machado.
“Milton Hatoum oferece uma análise sutil, cheia de camadas inteligentes, sofisticadas e corajosas, relacionando pontos distintos, numa argumentação bem informada que ilumina nuances até então impensadas pelo entrevistador. Não foge do tema. Mas se recusa a ser porta-voz não nomeado de estereótipos alheios”.
Após assinar o livro de posse, o colar foi entregue pela acadêmica Rosiska Darcy e o diploma, pela acadêmica Lilia Moritz Schwarcz; a espada, pelo acadêmico Arnaldo Niskier.
Em um discurso focado na função humanizadora da literatura e na resistência do imaginário, também exaltou a educação pública como o alicerce fundamental para a consciência crítica brasileira.
“Enquanto houver vida neste mundo em chamas, haverá histórias a serem narradas, lidas e ouvidas. Não vivemos apenas no real, vivemos também no imaginário, nos sonhos, na literatura, nas artes, no teatro, essa arte viva, na experiência mística. Vivemos também no devaneio”.
Com essas palavras, o autor que acumula mais de meio milhão de obras vendidas e livros traduzidos em 17 países, selou a sua entrada oficial na Academia Brasileira de Letras.
Além dos ilustres acadêmicos, também compareceram outras pessoas importantes, tais como: Aleilton Fonseca, Dráuzio Varela, Fátima Bernardes, Itamar Vieira Junior, Jeferson Tenório, Leonardo Santana, Ricardo Vieira Lima, Salgado Maranhão, Sergio Fonta, Socorro Acioli e Suzana Vargas.
Realmente, foi uma noite agradabilíssima, oferecida aos convidados que ali estiveram para prestigiá-lo em sua posse, e que, ao término, se confraternizaram com um delicioso coquetel, ao som de músicas que animaram e descontraíram a todos. Apesar de ter participado de outras posses, me senti muito honrado, representei minha PoeArt Editora, que está completando 20 anos, e tive a prazerosa companhia do professor e poeta Guilherme Tadeu.
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