(Fotos: Aquivo/PoeArt Editora)
Autor de obra reconhecida pela erudição e pelo rigor estético, poeta morreu em decorrência de um câncer de fígado
PoeArt Editora lamenta profundamente o passamento (por conta de um câncer de fígado) do notável poeta, ensaísta e tradutor Alexei Bueno, ocorrido na madrugada de 27 de junho, em sua residência, no Rio de Janeiro, cidade onde nasceu em 26 de abril de 1963. Um dos principais nomes da poesia e da crítica literária brasileira, que ao longo dos anos tornou-se profundo estudioso das letras brasileira e portuguesa. Muito sábio e dono de um estilo refinado, "construiu um legado literário único", conquistando inúmeros prêmios, admiradores e, com certeza, servirá de muito estudo aos que virão.

Os poetas: Angela Crispim, Cleuza de Almeida, Alexei Bueno, Jean Carlos e Teresinha Pereira no lançamento do livro do poeta e Acadêmico Antonio Carlos Secchin, na Academia Brasileira de Letras em 5 de maio
A PoeArt teve a imensa satisfação de homenageá-lo (homenagem aceita e autorizada por ele) na “IX Coletânea Século XXI”, de 2019, com um Capítulo Especial, que trouxe dados biográficos, entrevista, poemas e comentários de notáveis das letras brasileiras, tais como Anderson Braga Horta, Angeli Rose, Antônio Pena, Carlos Nejar, Denise Emmer, José Eduardo Degrazia, Nuno Rau e Ricardo Vieira Lima.

Os escritores: Leonardo Santana, Alexei Bueno e Edir Meirelles na Academia Carioca de Letras, em 17 de junho, última palestra do inesquecível Alexei Bueno
Também emprestou seu talento ao fazer a introdução do livro “Canto a Minha Cidade - Homenagem a Volta Redonda-RJ”, publicado em 2020. Sempre que era possível, também comentava outros homenageados pela editora, demonstrando comprometimento com o afã literário, respeito e amizade até os dias atuais...
Nosso muito obrigado por sua existência. O seu legado será eterno. Aos familiares e amigos, nossos profundos sentimentos!
Academia Brasileira de Letras - O secretário-geral da ABL, poeta Antonio Carlos Secchin, disse que Alexei Bueno foi um homem de letras e um enciclopedista como poucos: paixão pela literatura e pela arte, interesse por uma vasta gama de assuntos, conhecedor profundo de história, de cinema, exímio tradutor, ensaísta, crítico de arte, bibliófilo. “Um carioca de incontido amor pela cidade. Deixa qualificada e volumosa bibliografia, com destaque para sua produção poética, requintada e personalíssima, demonstrando grande mestria tanto na prática do verso regular quanto na do verso livre, conforme se lê no recente ‘A chave quebrada’, espécie de testamento poético e existencial do mais alto nível”. (Leia o texto na íntegra aqui)

Homenagem da PoeArt Editora
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