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Produção Independente

Marcio Marinho Nogueira, um artista versátil e plural

Cada livro tem um tema, e cada tema tem um pano de fundo voltado para o autoconhecimento, o desenvolvimento de potenciais humanos e a sustentabilidade

Colunistas  –  03/03/2018 13:11

  • Lançamento da Coletânea do Glan - 2001

  • Lançamento da Coletânea do Glan - 2002

  • Lançamento da Coletânea do Glan - 2000

  • Lançamento da Coletânea do Glan - 2001

  • Lançamento da Coletânea do Glan - 2005

  • Lançamento da Coletânea do Glan - 2001

  • Lançamentos: Coletânea do Glan - 2002; "Amor nas alturas", de Sílvia Xándy - 2002; "A Carta de Pero Vaz de Caminha" - Pedro Viana - 2003

  • Lançamento do livro "Esposa de dois maridos", do saudoso poeta José Luiz de Oliveira - 2012

(Fotos: Arquivo/Marcio Marinho Nogueira) 

Marcio Marinho Nogueira é nascido em Santa Rita de Jacutinga (MG), porém volta-redondense de coração. Escritor, médico, arteterapeuta. Pós-graduado em Rede de Centros de Atenção Psicossocial no Atendimento de Dependentes de Álcool e outras Drogas. Têm formação em Transtornos do Impulso e pós-graduação em Mitologia Criativa, Contos de Fadas e Psicologia Analítica. É integrante da Academia de Artes, Ciências e Letras do Brasil. Entre os anos 90/2000 foi participante assíduo e de extrema importância nas coletâneas editadas e lançadas pelo Glan (Grêmio Literário de Autores Novos) de Volta Redonda. Juntamente com sua família, filhos e mulher, dava vida, cor, brilho e encantamento aos personagens que sempre trazia quando apresentava e interpretava nos lançamentos dos livros que eram realizados nas memoráveis noites festivas, anualmente vivenciadas no Teatro Gacemss I, palco de boas e inesquecíveis lembranças literárias e artísticas. Também é partícipe de coletâneas e outros feitos na área literária. É casado com Cleide Wultke Nogueira e pai da advogada Renata e do jornalista Marcelo. Seus livros trazem um tema proposto em cada título, fazendo sempre uma abordagem reflexiva pra se pensar em medidas e ações que possam ser colocadas em prática para acontecer boas mudanças e se ter bons resultados dentro de nossa sociedade tão carente de conhecer, aprender, praticar, querer mudar para se ter um mundo melhor com atitudes e alternativas eficazes! 
Obras editadas: “Um pequeno cantor, uma canção de amor” (tema: Cidade natal.), 1995, “A força da natureza” (tema: A importância de cada ser na natureza.), 1996, “Via sentimentos & ideias” (tema: Coletânea de poesias e contos.), 1996, “Parando para pensar” (tema: Feitura e releitura de reflexões e pensamentos.), 1998, “A maior mágica do mundo” (tema: Amor.), 1998, “O Natal de todo dia - A conspiração das renas”, (tema: Consumismo.), 2000, “O ET zarolhinho no planeta das diferenças” (tema: Alteridade.), 2001, “A viagem de Mequinho ao fundo do poço” (tema: Uso abusivo e dependente do álcool e outras drogas/prevenção do uso de substâncias psicoativas.) primeira edição: 2003 e segunda edição: 2016 

Confira a entrevista com Marcio Marinho Nogueira 

Qual é e como é composto o seu universo de inspirações e criações? 

A inspiração gira em torno de temas diversificados e para leitores de diversas faixas etárias. Por trás de cada tema tem um pano de fundo voltado para o autoconhecimento, o desenvolvimento de potenciais humanos e a sustentabilidade, tanto no gênero prosa quanto poesia. 

Apesar de pouco apoio que recebemos na arte literária, qual lição de vida você tira em suas veredas de insistência em favor dessa arte? 

Que a produção independente tem espaço no mercado de publicações e que se o produto literário não trouxer retorno financeiro, sempre traz a possibilidade de realização de um sonho sob a forma de projeto literário. 

Qual a mensagem que você deixa para as novas gerações que surgem ou querem trilhar uma carreira literária? 

Ler muito. Sonhar. Persistir sempre. 

O que achas de nossa iniciativa de entrevista/homenagear renomes das letras fomentando o autor consagrado e o autor pouco conhecido? 

Uma possibilidade honrosa de dar visibilidade a uma carreira literária. 

OLHO VIVO 

(Marcio Marinho Nogueira)

Se vivo, olho
se olho, vivo
vida faz,
meu olho vivo.

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Por Jean Carlos Gomes  –  poearteditora@gmail.com

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