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Uma ótima ideia quando realmente é cumprida a fase de refletir o que aconteceu ou não no ano que termina e planejar racionalmente, e não emocionalmente, aquele que se aproxima com seus novos 365 dias
Essa expressão “Fechado para balanço” foi cunhada quando uma empresa está temporariamente fechada para fazer um levantamento e auditoria de seus bens, estoques e contas, geralmente no fim do ano, para elaborar seu balanço patrimonial e ter uma visão geral de sua saúde financeira e evolução. Vale muito para bancos que até decretam um “feriado bancário” no dia 31 de dezembro com esse objetivo.
A expressão também é usada, metaforicamente, para indicar um momento de análise pessoal ou de um relacionamento feita no fim de ano, quando todos analisam o que fizeram, o que não fizeram e fazem as famosas promessas para o ano que se aproxima e, quase sempre, ninguém cumpre nada.
Estar “fechado para balanço” pode ser uma ótima ideia quando realmente é cumprida a fase de refletir o que aconteceu ou não no ano que termina e planejar racionalmente, e não emocionalmente, aquele que se aproxima com seus novos 365 dias.
Uma pessoa pode dizer que está “fechada para balanço” quando precisa de um tempo para refletir sobre sua vida, sentimentos, ou reavaliar seus rumos e objetivos. E é extremamente necessário fazer isso na vida para que ela tome os rumos melhores possíveis e não fique no automático e, assim, o que é vier pela frente precisa ser aceito por falta de planejamento mesmo.
E o fim de um ciclo anual não é apenas um número, mas algo que marca a vida para que seja mais bem pensada e o trem não descarrilhe por falta de uma parada para pensar.
Rubem Braga, escritor, disse a respeito do assunto: “Desejo a todos, no Ano-Novo, muitas virtudes e boas ações e alguns pecados agradáveis, excitantes, discretos e, principalmente, bem-sucedidos”. E, assim, devemos fazer ao cumprimentar os outros nessa data festiva de fim de ano.
Mário Quintana, poeta, disse com emoção e muita espiritualidade: “Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro especificidades de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo”. E não é verdade? Um ano morreu e outro irá nascer e que isso seja normal, mas, ao mesmo tempo, diferente e com novo desafios.
Que reflitamos sobre 2025, o que fizemos ou deixamos de fazer, e nos desafiemos para termos um 2026 não igual, mas com algo novo, não porque o ano também é, mas porque nos colocamos com esse propósito de verdade sempre entregando nas mãos de Deus para abençoar nossos caminhos e nos proporcionar saúde, vitórias e, acima de tudo, disposição para novos 365 de vida!
Um forte abraço do Rofa!

