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Rofa Rogério Araújo

rofa.escritor@gmail.com

Experiência Fugaz e Intensa

Colocando em prática a felicidade e a simplicidade

A verdadeira sabedoria envolve encontrar a felicidade nas pequenas coisas, com foco na presença e na atitude

Colunistas  –  25/02/2026 08:26

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(Foto Ilustrativa)

Vamos colocar em prática cada vez mais a felicidade que é individual e não se encontra no lado externo somente, mas principalmente dentro de nós mesmos

 

O filósofo alemão Nietzsche deixou uma frase a respeito da felicidade e da simplicidade que muito nos leva a pensar e repensar:

“É muito fácil complicar as coisas, mas difícil torná-las fáceis”.

E como tem gente que complica as coisas ao invés de facilitar.

Para Nietzsche, a felicidade não é um estado de conforto constante, mas uma experiência fugaz e intensa, frequentemente ligada à superação de desafios e à simplicidade de viver o momento (o “sim” à vida). Ele valorizava a simplicidade como a capacidade de destilar a complexidade e focar no que é essencial, evitando o supérfluo.

A respeito da felicidade, deixou as reflexões de que a sua fórmula é uma espécie de “sim”, um “não” e um objetivo, potência com intensidade, sem medo e com a facilidade do destino. Diferente da busca por conforto contínuo, a felicidade para Nietzsche é volátil, comparada à alegria das borboletas ou bolhas de sabão. A verdadeira felicidade inclui aceitar que a dor e a dificuldade fazem parte da vida, não se tratando de evitar o sofrimento, mas de dar sentido a ele. É essencial para a jovialidade, o esquecimento permite desfrutar do presente sem o peso do passado.

Já sobre a simplicidade, argumenta que...

“É muito fácil complicar as coisas, mas difícil torná-las simples”,

apresentando que simplificar exige arte e maestria. A chamada simplicidade não é apenas pobreza material, mas a remoção do necessário para focar na atenção, claro mental e no que realmente importa. A verdadeira sabedoria envolve encontrar a felicidade nas pequenas coisas, com foco na presença e na atitude.

Dessa forma, a filosofia nietzschiana propõe uma vida onde a simplicidade é um caminho para a intensidade da experiência e a facilidade acessível de cada momento, incluindo seus desafios.

Algo dizer:

“Não é a força, mas sim a constância dos bons resultados que conduz os homens à felicidade”,

Nietzsche diz como é importante as ações com resultados satisfatórios, mesmo que não sejam grandiosos.

Também deixou algo que nos faz refletir a respeito das atitudes de muitos:

“Às vezes, as pessoas não querem ouvir a verdade porque não querem que suas ilusões sejam destruídas”.

E como tem gente que constrói ideias e enraízam de tal forma que não querem que sejam derrubadas nem com a verdade, pois as ilusões sobre elas são enormes e dificilmente desfeitas.

A respeito do título dessa crônica, baseada no que refletimos sobre a frase citada de Nietzsche, vale mencionar o conhecido bordão do apresentador de televisão brasileiro Abelardo Barbosa, o Chacrinha:

“Eu vim para confundir, e não para explicar”.

Parece pitoresca, mas não é uma grande verdade a respeito da atitude de muita gente? Quantos mais parecem um carretel de linha de tão enrolados, já que não ajudam e atrapalham o caminho de muitas pessoas?

Vamos, enfim, colocar em prática cada vez mais a felicidade que é individual e não se encontra no lado externo somente, mas principalmente dentro de nós mesmos. Se não fosse assim os ricos seriam muito felizes e não é o caso, já que temos constantes casos até de suicídios entre esse seleto grupo.   

E muito da dita e a almejada felicidade está na simplicidade do que fazemos e como vivemos. E que vivamos assim, felizes e constantes por toda nossa existência.

Um forte abraço do Rofa! 

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Por Rofa Rogério Araújo  –  rofa.escritor@gmail.com

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