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Rofa Rogério Araújo

rofa.escritor@gmail.com

Tudo é uma Semeadura

Escolher um lado por afinidade ou por conveniência?

Se não podemos controlar o que ocorre ao nosso redor, mude, ajuste as velas para direcionar para melhores oportunidades

Colunistas  –  15/04/2026 23:18

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(Foto Ilustrativa)

Escolha um lado, sim, mas não por conveniência, mas para o seu próprio bem

 

Dizem, e é a mais pura verdade, que sempre há dois lados de uma história, de uma sociedade e de tudo na vida, se pensarmos bem.

Quando se escolhe um lado, geralmente é por afinidade com as pessoas ou ideias defendidas no grupo. Mas tem casos que, após tempo de um lado, o indivíduo “vira a casaca” e muda como se mudasse de camisa. E a pergunta que se faz é: mudou de lado, mas mudou, também, suas ideias que defendia ou foi apenas por conveniência?

Quantos casos por aí, ainda mais na política, que um fala mal do outro, xinga disso e daquilo e, depois, num passo de mágica passa a apoiar, ou mesmo muda de partido daquele que tanto criticava? Não seria o caso de, no mínimo, desconfiar dessa sua nova posição? O povo muito sem noção parece ignorar e votar, mesmo com tudo isso junto.  

Ao mesmo tempo, mudar de lado não é sinal de fraqueza, mas pode ser um sinal de adaptação inteligente e coragem para explorar o desconhecido e uma nova realidade que se apresente no presente. Quando o caminho atual não leva mais ao seu sucesso, trocar de direção permite transformar obstáculos em novas oportunidades.

Mudar de lado ou de direção, muitas vezes, significa que você está disposto a abandonar caminhos que levam sempre aos mesmos lugares, permitindo que o progresso aconteça. Como dizem os especialistas, “a mudança é uma porta que só abre pelo lado de dentro”.

Um provérbio chinês sobre isso, diz:

“Se você não mudar a direção, terminará exatamente onde partiu”.

E não é mesmo que se ficarmos caminhando pelas mesmas trilhas nos levará sempre aos mesmos locais?

O autor de “O Pequeno Príncipe”, Antoine de Saint-Exupéry, disse:    

“Para enxergar claro, bastar mudar a direção do olhar”.

Muitas vezes olhar de outro ângulo é a melhor solução possível e necessária.

Mahatma Gandhi, pacifista e ativista indiano que promoveu a independência desse país, disse:

“Você tem que ser o espelho da mudança que está propondo. Se eu quero mudar o mundo, tenho que começar por mim”.

Às vezes é necessário mudar até mesmo por questões de sobrevivência na conjuntura que se encontra.

Charles Darwin, criador da teoria da evolução das espécies, disse algo muito interessante:

“As espécies que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais inteligentes, e sim aquelas que se adaptam melhor às mudanças”.

E como tem gente que fica no meio do caminho porque é avesso às mudanças e não se atualizam, permanecendo fazendo sempre a mesma coisa.  

Clarice Lispector, romancista brasileira, disse:

“Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade”.

Quantas vezes a pessoa quer tudo para ontem e não tem tempo para ela mesma se atentar para as mudanças que ardem em si mesmo?

Ayrton Senna, tricampeão mundial de Fórmula 1, deixou essa frase que impulsiona:

“Seja a mudança que você quer ver no mundo”.

Se queremos mudanças, que elas comecem em nós mesmos para mostrar o que realmente queremos.

John F. Kennedy, 35º presidente dos Estados Unidos, deixou esse legado na frase:

“A mudança é a lei da vida. Aqueles que olham apenas para o passado ou para o presente serão esquecidos no futuro”.    

O que fazemos hoje é o que semearemos amanhã. Muitos não investem no hoje e querem colher muitos frutos não plantados no presente. Tudo é uma semeadura, iniciada no plantio no tempo atual.

Confúcio, filósofo chinês, deixou a seguinte frase:

“Você não pode mudar o vento, mas pode ajustar as velas”.

Se não podemos controlar o que ocorre ao nosso redor, mude, “ajuste as velas” para direcionar para melhores oportunidades.
Escolha um lado, sim, mas não por conveniência, mas para o seu próprio bem.

Um forte abraço do Rofa! 

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Por Rofa Rogério Araújo  –  rofa.escritor@gmail.com

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