(Foto Ilustrativa)
O amor verdadeiro liga e não deixa separar, para uma construção de uma vida que seja um castelo seguro e não de cartas que logo cai e é destruído
Na passagem de mais um Dia dos Namorados, em 12 de junho, data essa que foi criada no Brasil para fins comerciais do que para o seu objetivo proposto no nome, o que é necessário é celebrar o amor, de verdade.
Dizem que, em muitas ocasiões observadas, “o amor está no ar” para quem quiser inspirar e respirar toda sua essência, desde que seja para o lado do bem, da paixão, e não aquele doentio e possessivo que até “mata pelo suposto amor”.
O “amor está no mar”, com o simbolismo das ondas que vem e vão, mais fortes e mais fracas, que derrubam ou só faz marolinha. Em águas mais quentes e mais frias que podem levar às câimbras de tanta frieza ou relaxamento pela temperatura mais quentinha.
O “amor está na terra”, por toda parte em que vamos levando tudo conosco, já que é no coração que ele se apresenta e dispara com mais intensidade ou não. Tudo pode ser inesperado, imprevisível e não contadinho e sempre da mesma forma, sem surpresas, chegando a um tédio que pode levar à sua ruína e destruição.
Na passagem bíblica de Colossenses 3.14, diz: “...revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição”. E não é verdade que o amor pode unir dois seres ou mais em coletividade, de tal forma que se torna uma espécie de “cimento” que junta, une e prende, da melhor forma a não se desprender de qualquer maneira? Se o ser humano é imperfeito, nada melhor que o amor para trazer mais perfeição para sua vida!
O poeta Carlos Drummond de Andrade afirmou, categoricamente: “O Dia dos Namorados para mim é todo dia. Não tenho dias marcados para te amar”. Deveria ser uma regra, não é mesmo?
Agostinho, teólogo, disse: “A medida do amor é amar sem medida”. E como podemos medir o amor, se ele não tem medidas? Ele deve ser único, individual, entre o que um sente que se junta ao que o outro sente e, unidos, irão viver o amor, completando-se.
E tem frases românticas ditas por aí afora que nos levam à reflexão: “Amar você é sentir o coração bater mais forte, o mundo girar mais leve e os sonhos florescerem”. O amor pode isso e muito mais. Basta que seja permitido sua ação e deixar-se levar por ele, desde que não haja exageros e passe a ser uma certa doença, com em alguns casos que temos visto no mundo afora, já que a emoção também não pode superar a ação irracional.
Então, “o amor está no ar, no mar e na terra”, literal ou emocionalmente falando, podendo levar dois seres a uma vida bem unida por esse “cimento” que liga e não deixa separar, para uma construção de uma vida que seja um castelo seguro e não de cartas que logo cai e é destruído.
Um forte abraço do Rofa!
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