(Foto Ilustrativa)
Como é bom torcer pelo Brasil, cantar o Hino Nacional, emocionado, tendo a nação como algo único, de união nacional
Quando chega essa época de Copa do Mundo, podemos perceber as atitudes de muita gente em relação à torcida pela seleção brasileira, a maioria vestindo a camisa e torcendo pela vitória. Só que alguns parecem não agir assim!
Como em plena época em que todos deveriam se unir por algo em comum, como a torcida única pelo país numa competição internacional, pode se transformar em disputa política até mesmo por quem é “dono” da camisa e das cores da Bandeira Nacional?
Afinal de contas, temos as cores verde, amarelo, azul e branco como sendo de uma nação implementada desde a Independência e Proclamação da República, nos idos de 1822 e 1889, respectivamente, e ninguém pode se apropriar como se as possuísse para si.
Como é bom torcer pelo Brasil, cantar o Hino Nacional, emocionado, tendo a nação como algo único, de união nacional e não como nada que divide e separa todos os irmãos pertencentes a um mesmo país, mesmo com suas diferenças de ideias, cor, raça, religião e classes sociais.
Por isso, não é possível aceitar quem age contra essa maré e quer “ser dono” de uma bandeira, de uma camisa e até das cores e uma nação inteira por puras razões ideológicas, políticas ou por uma preferência entre direita e esquerda, o que nada disso justifica, já que tudo faz parte de uma coletividade e nenhum discurso pode mudar isso.
Copa do Mundo, Olimpíadas ou competições em que o nosso Brasil participa e disputa é algo que emociona, move uma torcida, para que todos, unidos, desejem a vitória para engrandecer o nome do país e não ser envergonhado quando joga mal e sai derrotado. Ninguém pode desejar a perda de uma partida, mesmo de um jogo, por questões que não sejam unicamente restritas às qualidades das jogadas e dos atletas em questão.
Assim como num jogo de futebol, é preciso ter noção do coletivo que é, já que os 11 em campo não podem jogar sozinhos, mas, unidos, em prol da vitória de todos; é preciso da mesma maneira uma coletividade como país, onde todos se unam para o bem de todos e não apenas dos que pensam iguais e comungam da mesma posição política, social e religiosa.
Já imaginou um “jogo” onde por raiva de um colega que joga junto com você, de repente, chuta para fora ou para o adversário e pega a jogada e faz um gol em seu time, por sua causa? Seria praticamente um caso de “gol contra” em que todos saíram perdendo.
Viver para o bem comum é algo fundamental. Não se pode disputar sozinho o “jogo da vida”. Por mais egoístas que sejam as nossas atitudes, jamais estaremos em nenhuma partida sozinhos e, sim, com os outros. E como jogamos com colegas na mesma seleção? Buscando acertar os passes, rumo ao gol, ou cada um fazendo o que quer como se fossem independentes?
A pergunta que fica no ar, mas que precisa ser respondida na prática: Torcemos contra ou a favor de nosso país, Brasil, em seus mais variados aspectos, muito além das quatro linhas de um campo de futebol?
Um forte abraço do Rofa!
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