(Foto Ilustrativa)
“Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não leem”
(Mário Quintana)
O Dia Nacional do Escritor é celebrado anualmente no Brasil em 25 de julho. A data homenageia os autores brasileiros e destaca a importância da literatura. A celebração foi instituída oficialmente em 1960 pelo então Ministro da Educação, Pedro Paulo Penido, e pela União Brasileira de Escritores. A escolha coincidiu com a realização do I Festival do Escritor Brasileiro.
Para comemorar a data é comum o incentivo à leitura de obras nacionais e a realização de eventos literários. Isso pode acontecer no ambiente escolar ou mesmo em outros, como empresas, ou aberto ao público como no caso das conhecidas bienais do Rio de Janeiro e São Paulo, que surpreende com um público bem grande ao promover a leitura e cultura.
Mas voltemos ao título: “Leia e voe para os seus sonhos”. É uma grande verdade, pois ler é voar e não apenas a céu aberto, sem rumo, mas rumo aos sonhos que uma leitura pode levar. Alguém pode e deve ler para viver outros mundos, mesmo não saindo do mesmo lugar fisicamente falando.
Uma frase de minha autoria diz: “Quem lê um livro viaja a bordo do melhor meio de transporte: a imaginação”. E como é uma verdade de ter o prazer da leitura que nos leva além de nosso mundo real, lembrando daquela propaganda “Red Bull te á asas...”, pois é muito mais do que um “monte de letras” e pode, além de exercício para o intelecto, causar um benefício de ativar o cérebro para levar a imaginação a um lugar sem limites.
Tanto quem escreve quanto quem lê pode se beneficiar, e muito, de tudo que todo o seu fazer bem ao emocional, profissional e espiritual, pois pode ocasionar o que jamais poderia ser previsto por ter efeitos positivos bem notados em curto, médio e longo prazo.
O poeta Carlos Drummond de Andrade, disse: “A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade não sente esta sede”. E como tem pessoas que fogem do livro como se fosse um inimigo pela falta de hábito ou mesmo por dizer não gostar de ler.
O pensador e filósofo Aristóteles deixou registrado: “A leitura é o caminho mais curto para o conhecimento”. Como é bom poder aprender com o que se lê e de uma forma bem prazerosa e não aquela apenas obrigatória, quando estamos num curso e temos de ler para cumprir etapas.
O escritor português José Saramago: “A leitura é, provavelmente, uma outra maneira de estar em um lugar”, o que corrobora o título e o que já falamos a respeito da leitura, que é capaz de deslocar a mente de lugar sem sair fisicamente de onde se está.
Eu lembro de quando li a famosa obra, que até virou filme, “O Código da Vinci” e o escritor Dan Brown era tão detalhista que parecia que estava em Paris ou Londres, tamanho era a sua descrição tão bem-feita. Assim, o livro cumpre seu papel mais nobre de nos levar a sair de nosso mundo e nos levar a outro que não conhecemos e passamos a conhecer.
O grande e saudoso escritor Ariano Suassuna disse: “Quem gosta de ler não morre só”. O livro é uma companhia inseparável de quem tem essa paixão como algo que vale a pena viver e reviver, pois não deixa a solidão tomar conta e está ali ao lado, como fiel companheiro.
O poeta Mário Quintana deixou essa pérola: “Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não leem”. A pessoa optar por não ler porque diz que não gosta ou ter preguiça, mesmo sabendo ler, é até uma afronta a quem não teve essa oportunidade.
Ler é sempre aprender algo novo. Não importa se por querer ou não. Às vezes pode se ganhar um conhecimento jamais imaginado numa obra sobre determinado assunto, o que é uma grata surpresa que não será esquecida e ficará guardada na mente e no coração.
Um forte abraço do Rofa!
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